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"odas as pessoas que foram nomeadas, na época, eram qualificadas para as funções que exerciam. Trabalharam em diferentes áreas, mas sempre em prol do mandato", afirma Flávio[fotografo]Ag. Senado[/fotografo]
O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) se manifestou neste sábado (20) sobre investigação do Ministério Público do Rio que apura o esquema de “rachadinha” – o recolhimento de parte do salário de funcionários do gabinete – na época em que Flávio era deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
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A nota, divulgada pela assessoria, afirma que o filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro é “vítima de um grupo político que tem patrocinado uma verdadeira campanha de difamação”. Sem citar nomes ou partidos políticos, o texto coloca que o objetivo é recuperar o poder perdido na última eleição. O senador tem afirmado que as investigações têm a finalidade de atacar o pai.
O texto divulgado hoje também diz que Flávio é inocente e alega que seu patrimônio é “totalmente compatível com os seus rendimentos”.
A suspeita do MP do Rio é de que o ex-assessor Fabrício Queiroz, preso na quinta-feira (18) em Atibaia(SP), era o operador do esquema, sendo responsável pelo repasse do montante a Flávio. A evolução patrimonial do atual senador também é objeto de investigação.
Ao determinar a prisão de Queiroz, o juiz Flávio Itabaiana de Oliveira Nicolau, da 27ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, mencionou pagamentos feitos em dinheiro vivo por Queiroz de despesas do senador, como mensalidades escolares das filhas de Flávio Bolsonaro.
Queiroz foi preso em uma residência atribuída ao advogado de Jair e Flávio Bolsonaro, Frederick Wassef. Em sua primeira manifestação desde a prisão, Wassef disse ao jornal Folha de S.Paulo que nunca falou com Queiroz e que houve uma armação para incriminar o presidente Bolsonaro. “Nunca telefonei para Queiroz, nunca troquei mensagem com Queiroz nem com ninguém de sua família. Isso é uma armação para incriminar o presidente”, disse ele ao jornal.