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O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou há pouco, durante a reunião da Comissão Mista de Orçamento (CMO), que consegue perceber nos meios de comunicação “uma indisfarçável torcida pela crise”.
De acordo com Bernardo, a atual crise já dura mais de um ano, tendo sido iniciada entre junho e julho de 2007. No enrtanto, seu ápice ocorreu em setembro deste ano, com a quebra de diversas instituições financeiras nos EUA.
Bernardo reconheceu que “a crise é grave”, mas que isso não significa que “o mundo vai acabar”. O ministro ressaltou que a função do governo diante do contexto desfavorável é "impedir ou diminuir os efeitos da crise" no país.
O presidente Lula, de acordo com o ministro, já avisou que "não vai aceitar paralisação do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento]" em virtude da turbulência econômica mundial. Bernardo disse ainda que as ações sociais governo também estão garantidas.
Até o momento, o governo avalia que o crescimento do país no próximo ano vai girar em torno de 4,5%, mas que essa previsão pode ser alterada até o final de novembro, em virtude dos desdobramentos da crise. (Rodolfo Torres)