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Líder do PT contra-ataca

12/5/2007
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O líder do PT na Câmara, deputado Luiz Sérgio (RJ), protocolou hoje (11) representação contra o deputado Clodovil Hernandes (PTC-SP) na Presidência da Casa. No documento, ele cita o episódio ocorrido na quarta-feira. Na ocasião, a deputada Cida Diogo (PT-RJ) dirigiu-se à Mesa Diretora da Casa aos prantos, após ser, supostamente, chamada de "feia" por Clodovil (leia mais).

Na representação, o líder petista chama Clodovil de "preconceituoso, sexista e homofóbico" e reclama que o parlamentar não tem postura condizente com o cargo que agora ocupa. Luiz Sérgio pede que o documento seja encaminhado à Corregedoria da Câmara e ao Conselho de Ética para ser aberta uma sindicância para apurar os fatos e "propor as medidas disciplinares pertinentes".

Esta é a segunda representação apresentada contra Clodovil só nesta semana. Na noite de ontem, Cida Diogo entrou com pedido, no Conselho de Ética,  para abertura de processo disciplinar contra o apresentador de tevê e estilista, acusando-o de quebra de decoro (leia mais).

Para fazer a solicitação, a deputada colheu cerca de 100 assinaturas entre os deputados, e usou como argumento o episódio em que Clodovil chamou as mulheres de "ordinárias" durante entrevista no Palácio do Planalto no final de abril. O episódio também é citado por Luiz Sérgio em sua justificativa.

A Mesa Diretora da Câmara encaminhou o documento de Luiz Sérgio para a análise da assessoria jurídica da Casa. (Soraia Costa)

Leia a íntegra da representação do líder petista.

Leia também:

Operação Navegantes: PF prende 13 hackers no RS

A Polícia Federal prendeu treze pessoas hoje (11) no Rio Grande do Sul, em operação batizada de Navegantes. Os presos têm entre 20 e 30 anos e são suspeitos de prática de crimes pela internet.

Os acusados utilizavam o site de relacionamento Orkut para trocar informações e aliciar novos colaboradores.

Cerca de 120 policiais federais cumpriram mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão em Porto Alegre, Cachoeirinha, Gravataí, Alvorada e Barra do Ribeiro. As investigações começaram em setembro de 2006.

Segundo a PF, os integrantes da quadrilha enviavam, por correio eletrônico, mensagens que induziam as vítimas a instalarem em seus computadores programas espiões que capturavam senhas bancárias. De posse das senhas, os hackers realizavam transferências bancárias, pagavam títulos e faziam compras pela Internet.

A polícia estima que eles desviavam mais de R$ 100 mil por mês durante o tempo em que atuaram. Os presos serão indiciados por interceptação informática não autorizada, furto qualificado e formação de quadrilha. (Carol Ferrare)

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