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Congresso em Foco
21/9/2006 | Atualizado às 18:05
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou hoje (21) que os recursos apreendidos pela Polícia Federal em São Paulo na última sexta-feira (15) para compra do dossiê contra candidatos tucanos não saíram do Ministério do Trabalho.
"O que eu garanto é que dos recursos repassados pelo Ministério do Trabalho à Unitrabalho, com absoluta certeza, não tem a mínima possibilidade de ter acontecido essa insinuação", afirmou Luiz Marinho.
A Organização Não-Governamental (ONG) Unitrabalho teria recebido mais de R$ 18 milhões do governo federal desde o início do mandato do presidente Lula. Segundo denúncia da ONG Contas Abertas, dos R$ 18,5 milhões recebidos pela entidade, R$ 4,1 milhões teriam sido pagos pelo Ministério do Trabalho e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) na última quinta-feira, um dia antes de Valdebran Padilha e Gedimar Passos serem presos em um hotel de São Paulo com cerca de R$ 1,7 milhão para a compra de dossiê contra candidatos tucanos.
A Unitrabalho tem como colaborador Jorge Lorenzetti, que foi analista de risco e mídia da campanha de Lula à Presidência, e é apontado como um dos articulares da operação para compra do dossiê contra políticos do PSDB.
O ministro afirmou que o governo acompanha a movimentação da conta da Unitrabalho e que os recursos depositados podem ser usados apenas para o pagamento de atividades ligadas ao convênio. Marinho acrescentou que, desde o dia 18, a Unitrabalho movimentou apenas R$ 167 mil.
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