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Advogados dizem que investimentos de Marisa Letícia são de R$ 26 mil, não R$ 256 milhões

15/4/2020
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Marisa Letícia morreu em fevereiro de 2017, vítima de um AVC hemorrágico. No velório, Lula associou a morte da mulher às investigações da Lava Jato[fotografo]Presidência da República[/fotografo]
Os advogados do inventário da  ex-primeira-dama Marisa Letícia entregaram nesta quarta-feira (15) extrato bancário com as aplicações da ex-primeira-dama, que somam R$ 26 mil em certificados de depósito bancários (CDBs). O documento foi apresentado em resposta a um pedido do juiz da 1ª Vara da Família e das Sucessões Carlos Henrique André Lisboa, responsável pelo inventário da ex-primeira-dama, que questionou a defesa sobre papéis que indicavam patrimônio de R$ 256,6 milhões em CDBs. Segundo a defesa o valor milionário é fruto de um erro de interpretação dos dados. > Cadastre-se e acesse de graça, por 30 dias, o melhor conteúdo político premium do país   Os advogados Cristiano Zanin, Maria de Lourdes Lopes e Rodrigo Gabrinha dizem que tentou-se atribuir a dona Marisa um patrimônio imaginário de R$ 256 milhões, resultado da multiplicação do número de CDBs pelo valor nominal de determinadas debêntures. Segundo eles, tal atribuição é “incompatível com a realidade e com as informações disponíveis nestes autos”. Ainda segundo a defesa, todos os bens e investimentos que pertenciam à falecida e que devem ser partilhados e perfazem a quantia total de R$ 1.458.535,49. Os dados, que segundo a defesa estão equivocados, foram explorados politicamente por aliados do presidente Jair Bolsonaro, entre eles Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e a secretária especial de Cultura, Regina Duarte. Leia a íntegra do documento.
Entenda o caso
Na sexta-feira (10), as redes bolsonaristas divulgaram que a ex-primeira-dama teria deixado uma fortuna de R$ 256,6 milhões em CDBs. A informação tem como origem notícia veiculada pela Rádio Jovem Pan sobre o pedido do juiz da 1ª Vara da Família e das Sucessões Carlos Henrique André Lisboa, responsável pelo inventário da ex-primeira-dama, que morreu em 2017. Secretário de Mandetta pede demissão e DEM vê como certa saída do ministro  
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