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"Com eleição de dois em dois anos, não reconhecer que oito anos de inelegibilidade é muito tempo é não reconhecer a realidade democrática do país. Quatro eleições é uma eternidade", afirmou o deputado.
Motta, porém, diz que "não há dessa presidência compromisso ou desejo de se mudar a lei", e que qualquer proposta de mudança será discutida com o colégio de líderes da Casa. A proposta de reduzir o tempo de inelegibilidade estabelecido pela Lei da Ficha Limpa vem sendo articulada por parlamentares aliados a Jair Bolsonaro. O deputado Bibo Nunes (PL-RS), apoiador do ex-presidente, é autor de um projeto que reduz o período de oito anos para dois anos. Se o texto for aprovado, Bolsonaro fica livre para disputar as eleições presidenciais em 2026.