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Hugo Motta cria grupo de trabalho para discutir reforma administrativa

Colegiado será coordenado pelo deputado Pedro Paulo e terá representantes de 14 partidos; veja os nomes indicados.

29/5/2025
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A Câmara dos Deputados instituiu um grupo de trabalho com o objetivo de discutir e elaborar uma proposta de reforma administrativa no país. O colegiado será responsável por apresentar, em até 45 dias, uma proposição legislativa que vise ao aperfeiçoamento da administração pública. O prazo pode ser prorrogado por decisão da Presidência da Casa.

Pedro Paulo, do PSD do Rio de Janeiro, vai coordenar o grupo e apresentar uma proposta de reforma em até 45 dias.Bruno Spada/Agência Câmara

O ato de criação do grupo foi assinado pelo presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), e publicado em edição extra do Diário da Câmara nessa quarta-feira (28). O grupo contará com 14 parlamentares de diferentes partidos e será coordenado pelo deputado Pedro Paulo (PSD-RJ). O nome dele já havia sido anunciado por Hugo, mas a escolha agora foi confirmada oficialmente. O deputado tem experiência em pautas econômicas.

Entre os integrantes, estão representantes de 14 siglas partidárias, cobrindo uma ampla gama do espectro político. A lista de membros é a seguinte:

  • André Figueiredo (PDT-CE)
  • Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ)
  • Capitão Augusto (PL-SP)
  • Dr. Frederico (PRD-MG)
  • Fausto Santos Jr. (União-AM)
  • Gilberto Abramo (Republicanos-MG)
  • Julio Lopes (PP-RJ)
  • Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR)
  • Marcel van Hattem (Novo-RS)
  • Neto Carletto (Avante-BA)
  • Pedro Campos (PSB-PE)
  • Pedro Paulo (PSD-RJ)
  • Pedro Uczai (PT-SC)
  • Talíria Petrone (Psol-RJ)

A criação do GT foi definida após reunião com líderes partidários e ocorre na esteira da aprovação do reajuste salarial dos servidores federais. A reforma administrativa é um tema recorrente no Congresso, mas historicamente enfrentou resistência. Propostas anteriores, como a apresentada durante o governo Jair Bolsonaro, acabaram engavetadas diante da pressão de servidores e da falta de consenso político. Desta vez, segundo Hugo, a meta é construir um texto mais equilibrado, voltado à modernização da máquina pública, sem desestruturar o serviço público existente.

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