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Senado aprova Otto Lobo para presidir a CVM e mais oito autoridades

Plenário confirmou sete nomes para representações brasileiras no exterior e dois para a Comissão de Valores Mobiliários. Votação do ministro Benedito Gonçalves para a Corregedoria do CNJ foi adiada por falta de quórum.

21/5/2026
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O Senado aprovou, nesta quarta-feira (20), a indicação de nove autoridades para cargos públicos. Foram confirmados sete embaixadores escolhidos pelo Executivo para representar o Brasil no exterior e dois nomes para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Indicação de Otto Lobo, à direita, foi relatada pelo senador Eduardo Braga na CAE.Geraldo Magela/Agência Senado

Os indicados para a CVM haviam sido sabatinados mais cedo pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Otto Eduardo Fonseca de Albuquerque Lobo foi aprovado para presidir a autarquia, enquanto Igor Muniz teve o nome confirmado para uma diretoria. A CVM é responsável por regular, fiscalizar e desenvolver o mercado de valores mobiliários no país.

Otto Lobo é advogado, doutor em Direito pela USP e especialista em direito societário, mercado de capitais, arbitragem e insolvência. Ele está na CVM desde 2022, quando foi nomeado diretor, assumiu interinamente o comando da autarquia após a saída de João Pedro Nascimento, em 2025, e foi indicado pelo presidente Lula para presidir oficialmente o órgão regulador do mercado de capitais.

Diplomacia

Na área diplomática, o Plenário aprovou representantes para Omã, Vietnã, Japão, Belize, Bahamas, Albânia e para a delegação brasileira junto à Organização das Nações Unidas e outros organismos internacionais em Genebra.

Veja a lista dos embaixadores aprovados:

João Batista do Nascimento Magalhães — Omã

Marcelo Paz Saraiva Câmara — Vietnã

Paulo Roberto Soares Pacheco — Japão

Olyntho Vieira — Belize

Ricardo André Vieira Diniz — Bahamas

Fabio Vaz Pitaluga — Albânia

ONU e organismos internacionais em Genebra — Ricardo de Souza Monteiro

Votação adiada

O Plenário também chegou a iniciar a votação da indicação do ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), para o cargo de corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ele havia sido sabatinado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

A votação, porém, foi cancelada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, por causa do baixo quórum no Plenário. Para ser aprovado como corregedor do CNJ, o indicado precisa receber ao menos 41 votos favoráveis. A análise deve ser retomada em outra sessão deliberativa.

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