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"Anomalias graves", diz Pacheco sobre manifestações por intervenção militar

As falas de Pacheco veem após manifestações pró-governo ocorridas durante a manhã do domingo na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

2/5/2022
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Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Foto: Pedro Gontijo/Ag. Senado
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), chamou de "anomalias graves que não cabem em tempo algum" as manifestações ocorridas no 1º de Maio pedindo intervenção militar e fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF). O comentário foi publicado na rede social Twitter na noite do domingo (1). Também na avaliação do parlamentar, esses atos ofuscam "a essência da data" que marca do Dia do Trabalhador. As falas de Pacheco veem após manifestações pró-governo ocorridas durante a manhã do domingo na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Durante este protesto foram levantadas faixas pedindo a destituição de ministros do Supremo. Pela Constituição, caberia ao Senado analisar os pedidos de impeachment de membros da corte já apresentados. Movimentos semelhantes ocorreram em manifestações em São Paulo. Em outros cartazes os manifestantes pediam a "criminalização do comunismo". Os atos pró-governo no 1º de Maio foram convocados por parlamentares bolsonaristas. Eles alegaram ser atos pela liberdade de expressão e ocorreram em meio a um novo embate entre o Palácio do Planalto e o Supremo. Desta vez, o personagem no meio do conflito foi o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), que recebeu uma graça presidencial anulando a condenação que recebeu do STF por ataque às instituições.
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