O influenciador Wallace Soares, conhecido como Pulga Chora Boy, chamou atenção nas redes sociais após entrar dançando no Seminário de Comunicação do PL, na sexta-feira (3). Durante a participação, ele vestia uma camisa escrito "em outubro, fora Lula".
Somando mais de 1,5 milhão de seguidores nas redes sociais, Pulga Chora Boy executou a coreografia que o tornou conhecido ao som da música "Me Leva", do cantor Latino. Ele também ensinou a dança para o pré-candidato à Presidência do PL, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
A presença do influenciador acompanha uma estratégia da equipe de comunicação do senador, que tem publicado conteúdos descontraídos e alinhados às tendências das plataformas digitais para ampliar o alcance de sua imagem nas redes sociais e aproximá-lo de um público mais jovem.
Não é o primeiro vídeo em que Pulga Chora Boy destaca seu posicionamento político. No último dia 17, publicou um vídeo com a mesma camisa, no que seria um evento em apoio à concessão de cidadania honorária a Flávio em Belo Horizonte. "Fora, 9 dedos", escreveu na legenda.
Viral
Pulga Chora Boy ficou famoso por vídeos curtos dançando com muito carisma e autoestima nas redes, especialmente pelo "passinho do Pulga" e pelo bordão "Chora, Boy". A repercussão veio justamente dessa combinação de dança, humor e presença viral na internet.
Mais recentemente, a fama dele continuou sendo associada à coreografia que viralizou nas redes, a ponto de aparecer em colaborações e até em música lançada com o Tchakabum, apresentada como o "Passinho do Pulga".
Mais recentemente, a fama dele continuou associada à coreografia que viralizou nas redes, a ponto de aparecer em colaborações e até em uma música lançada com o Tchakabum, apresentada como o "Passinho do Pulga".
Nas redes sociais, usuários da oposição ironizaram a dancinha associada ao evento do PL. "Esse é o nível da oposição do Lula nas eleições", escreveu um deles.
O pré-candidato à Presidência pelo MBL, Renan Santos, também criticou a apresentação. "Nada disso que está acontecendo é engraçado. A situação do Brasil é horrorosa", declarou.