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Cleitinho rebate críticas à candidatura em MG: "vai orar que passa"

Senador também criticou o Fundo Eleitoral, os privilégios políticos e a demora na votação do fim da escala 6x1.

13/8/2026
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Enquanto presidia uma sessão na quarta-feira (12), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) rebateu críticas à sua candidatura ao governo do Estado. "Quem estiver com raiva de mim, vai orar que vai passar", disse.

A declaração ocorre após discordâncias entre o parlamentar e o partido sobre a formalização da chapa. Após semanas em que confirmou e negou a candidatura, Cleitinho anunciou que iria concorrer durante transmissão ao vivo na sexta-feira (7).

O senador também teceu críticas ao Fundo Eleitoral, aos privilégios nos Três Poderes e à demora na votação do fim da escala 6x1. Ele afirmou que jamais poderia se tornar presidente do Senado, porque teria coragem de promover mudanças no Brasil.

"Eu, sentado nessa cadeira aqui como presidente do Senado, eu acredito que, pelo meu perfil político, eu nunca na vida serei presidente desse Senado aqui, porque com essa caneta aqui eu terei coragem de fazer muita coisa que precisa ser mudada nesse país."

Cleitinho argumentou que a escolha do presidente do Senado depende dos próprios parlamentares, e não diretamente da população. "Com o meu perfil político, com certeza eu nunca serei presidente desta Casa. Muito difícil, porque quem vota não é o povo, quem vota são os políticos", declarou.

O senador também afirmou que utilizaria os poderes da Presidência do Senado para enfrentar o que classificou como "privilégios e mordomias". Cleitinho aproveitou ainda a manifestação para defender a votação do fim da escala 6x1.

Segundo o senador, caso tivesse poder sobre a definição da pauta do Senado, a discussão já teria avançado. "Eu, com essa caneta aqui, já deveria ter votado, se eu tivesse aqui, o fim da escala seis por um há muito tempo", afirmou.

Ele criticou ainda o calendário do Congresso em um ano eleitoral e disse temer que determinadas pautas sejam adiadas com o avanço do período de campanha.

Para Cleitinho, o período eleitoral poderá reduzir o ritmo das atividades legislativas, fazendo com que determinados assuntos sejam retomados apenas nos meses finais de 2026 ou até no ano seguinte.

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