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Cinco candidatos ao Senado dividem o mesmo palanque no Tocantins

Eduardo Gomes, Gaguim, Vanderlei Luxemburgo, Ronaldo Dimas e Eli Borges apoiam Professora Dorinha ao governo, mas concorrem entre si por duas vagas.

21/8/2026
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O Tocantins tem 13 candidatos registrados para disputar as duas vagas do Estado no Senado em uma eleição marcada por uma configuração incomum: cinco deles dividem o mesmo palanque para o governo. Entre os principais nomes estão o senador Eduardo Gomes (PL), que tenta a reeleição, o deputado federal Carlos Gaguim (União Brasil) e o ex-técnico de futebol Vanderlei Luxemburgo (Podemos), que busca o seu primeiro mandato político.

Em todo o Estado, mais de 1,18 milhão de eleitores estão aptos a votar em 4 de outubro. Como serão renovados dois terços do Senado, cada eleitor poderá escolher dois candidatos. Os dois mais votados serão eleitos, sem segundo turno.

A peculiaridade está na coligação que apoia a atual senadora Professora Dorinha (União Brasil) ao governo. O grupo reúne oito partidos e cinco candidatos ao Senado: Gaguim, Eduardo Gomes, Luxemburgo, o ex-prefeito de Araguaína Ronaldo Dimas (Podemos) e o deputado federal Eli Borges (Republicanos), ex-líder da bancada evangélica no Congresso.

Juntos, mas adversários

Apesar de apoiarem Dorinha, os cinco concorrem entre si pelos dois votos do eleitor. Gaguim e Eduardo Gomes receberam apoio do candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL).

Eduardo aparece à frente em levantamentos divulgados antes do início oficial da campanha. Pesquisa de julho registrou 31,2% para o senador, seguido por Alexandre Guimarães (MDB), com 25,1%, Gaguim, com 16,7%, e Vanderlei Luxemburgo, com 15%. Como o eleitor pode escolher dois senadores, os entrevistados também puderam indicar até dois nomes.

Fora do palanque de Dorinha, Alexandre Guimarães apoia o candidato ao governo Vicentinho Júnior, enquanto Paulo Mourão (PT) está ligado à chapa de Laurez Moreira (PSD) e ao presidente Lula.

A eleição também teve uma baixa importante de última hora: o senador Irajá (PSD), cujo mandato termina em 2027, ficou fora da corrida após desistir de disputar a reeleição.

Os registros ainda podem sofrer alterações até a eleição.

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