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Manifestantes pró-governo reúnem-se na manhã deste domingo (15) em várias cidades do país para atos em defesa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Ainda não há estimativa oficial de quantas pessoas participam dos atos.
Em algumas das principais capitais do país, como Rio de Janeiro e Brasília, as aglomerações de pessoas estão sob restrição como medida preventiva dos governos locais contra o coronavírus. Na capital federal, um decreto do governador Ibaneis Rocha (MDB) proibiu aglomerações com mais de 100 pessoas para reduzir o risco de propagação do novo coronavírus.
Ainda assim, milhares de apoiadores do presidente saíram em passeata e carreata pela Esplanada dos Ministérios e pela região central de Brasília. Poucas pessoas, no entanto, usavam máscaras. A Secretaria de Segurança Pública do DF informou que não faria estimativa de público.
Apesar de negarem que a manifestação seja contra as instituições, foram erguidas faixas de ataque ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Congresso Nacional. Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), foram os nomes mais criticados pelos manifestantes. Em cartazes, parlamentares eram chamados de chantagistas. Um deles defendia fogo e álcool com combinação para enfrentar o "vírus" do Supremo.
Bolsonaro volta a endossar atos
Apesar de ter desestimulado os atos deste domingo e sugerido que as manifestações fossem remarcadas frente à escalada da crise de saúde, o presidente Bolsonaro voltou a endossar os atos neste domingo. Em suas redes sociais, Bolsonaro está postando vídeos dos protestos em várias cidades do país.Belo Horizonte-MG. @taoquei1 pic.twitter.com/vqUbgtvk9A
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) March 15, 2020