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Flávio: "Roberto Campos Neto é a última linha de defesa contra os devaneios e fantasias petistas". Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Em resposta às acusações feitas pelo empresário Paulo Marinho, a assessoria de Flávio Bolsonaro disse haver interesse político da parte do suplente. “Ele sabe que jamais teria condições de ganhar nas urnas e tenta no tapetão”, diz a nota divulgada pelo gabinete do senador neste domingo (17). Segundo a nota, Marinho tem interesse em prejudicar Flávio porque é seu sucessor no Senado, caso o senador seja afastado do cargo.
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De acordo com Marinho, que é presidente do PSDB no Rio e pré-candidato a prefeito, o filho do presidente Bolsonaro foi avisado pela Polícia Federal de que o assessor Fabrício Queiroz seria alvo de investigação na Operação Furna da Onça. Próximo à família Bolsonaro, Queiroz era funcionário de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e é investigado por acusações de rachadinha e desvio de dinheiro público na Alerj.
Marinho auxiliou na campanha de Jair Bolsonaro à Presidência da República e do filho Flávio ao Senado Federal. Na entrevista concedida à colunista Monica Bergamo, da Folha de S.Paulo, o empresário afirma que as conversas podem “explicar” o interesse de Bolsonaro em controlar a Superintendência da Polícia Federal no Rio, causa primeira dos atritos que culminaram na saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça.
A assessoria de Flávio rebateu as acusações alegando que as falas de Marinho não passam de invenção de “alguém desesperado e sem votos”.