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"Baixaria com características de difamação", afirma Maia sobre acusações contra jornalista

12/2/2020
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Hans River em depoimento na CPI [fotografo] Reprodução/ TV Senado [/fotografo]
Os usuários das redes sociais se dividem entre mensagens de apoio e ataques contra a jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de S. Paulo, após um convidado da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News acusá-la de ter se insinuado sexualmente para conseguir informações. Diversas entidades como Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), além de políticos de diferentes posicionamentos postaram mensagens em solidariedade à jornalista. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi um dos que saiu em defesa da profissional. Veja as principais reações em apoio à jornalista:  
Criticada durante CPI das Fake News
As acusações contra Patrícia de foram feitas durante sessão desta terça-feira (11) por Hans River, ex-funcionário de uma empresa acusada de enviar mensagens em massa em favor do então candidato à Presidência, Jair Bolsonaro. >Eduardo Bolsonaro critica jornalista com insinuações sexuais No depoimento, Hans desqualificou a jornalista e a acusou de ter se insinuado sexualmente em troca de informações. Ele afirmou também que não teria trabalhado para o PSL, mas para o Partido dos Trabalhadores. Na noite desta terça-feira (11), o jornal Folha de S. Paulo publicou uma matéria desmentindo o depoimento de Hans sustentado por Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) em sessão da Câmara ontem. Na reportagem foram divulgadas imagens das conversas por Whatsapp trocadas entre a jornalista e o entrevistado. >Envio da reforma do serviço público está sem data definida
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