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Próximas fases da reforma administrativa serão enviadas a partir de março

17/1/2020
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Paulo Guedes [fotografo]Valter Camapanato/Agência Brasil[/fotografo]
Os projetos de lei da reforma da carreira dos servidores públicos elaborados pelo Ministério da Economia vão começar a serem enviados para a Câmara dos Deputados a partir de março. A informação foi dada ao Congresso em Foco por integrantes da equipe econômica do governo federal. > Governo não enviou, mas reforma administrativa já começou > Reformas administrativa e tributária vão ao Congresso até fevereiro, diz Guedes A reforma administrativa vai ser enviada de forma fatiada. A principal iniciativa será uma proposta de emenda à Constituição que será apresentada em fevereiro. Nela conterá os principais pontos das mudanças que o governo pretende fazer no serviço público, como o fim da estabilidade para os futuros servidores. As informações deste texto foram publicadas antes no Congresso em Foco Premium, serviço exclusivo de informações sobre política e economia do Congresso em Foco. Para assinar, entre em contato com comercial@congressoemfoco.com.br. O Ministério da Economia também estuda outras mudanças que não necessitam de ajustes na Constituição e que servirão para reforçar a linha geral da PEC. A confirmação da pulverização da reforma administrativa em mais de uma iniciativa foi dada pelo secretário de Desburocratização do Ministério da Economia, Paulo Uebel, em evento com jornalistas na quinta-feira (16). A proposta que muda as regras no serviço público federal deve enfrentar grande resistência no Poder Legislativo. O ministro da Economia, Paulo Guedes, tinha um texto fechado para apresentar no final de 2019, mas o presidente Jair Bolsonaro decidiu segurar a matéria com receio de revoltas populares. A reforma administrativa foi elencada como uma das prioridades para 2020 pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). No entanto, deputados ligados à frentes trabalhistas, como o presidente nacional do Solidariedade e fundador da Força Sindical, Paulinho da Força (SP), duvidam que a iniciativa passe em um ano eleitoral como 2020. > “Duvido votar fim da estabilidade em ano eleitoral”, diz Paulinho da Força > Bagunça na América Latina fez governo desacelerar reformas, diz Guedes  
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