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<< Esta reportagem é um dos destaques da nova edição da Revista Congresso em Foco. Acesse ou faça a sua assinaturaA vereadora convive com esse tipo de recado desde 2016, quando se elegeu. Na ocasião, um homem armado invadiu a sede do Psol em Niterói fazendo ameaças contra integrantes da legenda. Tornaram-se comuns os telefonemas em que, do outro lado da linha, um homem pergunta insistentemente pelo paradeiro daquela “piranha”, um dos termos pejorativos usados contra ela. Certa vez, ele ameaçou jogar uma bomba na sede do partido. “Exigimos do Estado segurança para continuar denunciando as violações desse mesmo Estado contra o povo”, diz Talíria a respeito da proteção policial. A historiadora de 33 anos nasceu em um bairro de classe média baixa em Niterói, filha de um músico e uma professora. Os principais suspeitos dos ataques são os mesmos que ela e Marielle sempre denunciaram: milícias, policiais, traficantes e extremistas de direita. [caption id="attachment_338389" align="aligncenter" width="550" caption="Talíria e Marielle: em Niterói e no Rio, elas compartilhavam as mesmas causas em seus mandatos"]
<< Acesse a versão digital da revista ou faça a sua assinatura para ler a continuação desta reportagem << Em carta a Marielle, delegado pede desculpas e socorro, e critica precariedade da polícia do Rio << Exclusivo: 2 mil brasileiros estão jurados de morte