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Reforma trabalhista: deputados protestam durante leitura de relatório

26/4/2017
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[caption id="attachment_291712" align="aligncenter" width="574" caption="Deputados fizeram ato durante leitura do parecer de Rogerio Marinho"][fotografo]Luis Macedo/Câmara dos Deputados[/fotografo][/caption]  Durante a votação do projeto de lei (PL 6787/16) que altera a legislação trabalhista no plenário da Câmara, na tarde desta quarta-feira (26), deputados contrários ao relatório de Rogerio Marinho (PSDB-RN) fizeram uma manifestação enquanto o parlamentar fazia a leitura do parecer. O texto foi aprovado ontem (terça, 25) pela comissão especial criada para analisar o tema. Foram 27 votos favoráveis e 10 contrários. Assista ao vivo o debate na Câmara dos Deputados Em nova obstrução, membros da oposição ao governo Temer levaram faixas com os dizeres "Não toquem nos nossos direitos" que permanece esticada próxima à Mesa do plenário –, e cartazes com referências às principais alterações propostas pelo relator. Entre elas estão a terceirização das atividades fim de qualquer setor; a regulamentação do teletrabalho por tarefa e não por jornada, e a redução do salário para quem exerce as mesmas funções na mesma empresa com a demissão coletiva e a recontratação via terceirização. Deputados do PT, PSB, PDT, SD, PCdoB, Psol, Rede e PMB defendem a retirada de pauta da proposta. O PHS liberou sua bancada. Os demais partidos defendem que o substitutivo aprovado pela comissão especial permaneça na ordem do dia desta quarta-feira. Com medo de não ter a quantidade de votos necessárias para aprovar a matéria, o presidente Michel Temer (PMDB) exonerou, na manhã de hoje (quarta, 26), conforme publicado no Diário Oficial da União, três ministros para reassumirem as vagas de deputado federal e participarem da votação. Os ministros Bruno Cavalcanti de Araújo (PSDB-PE), das Cidades; José Mendonça Filho (DEM-PE), da Educação; e Fernando Bezerra Filho (PSB-PE), de Minas e Energia, estarão entre os deputados que  devem votar favoráveis à proposta de Temer nesta quarta-feira (26).  Os três devem retornar aos cargos após a votação. Mais sobre reforma trabalhista
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