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Santos Cruz diz que uso de militares em manifestação pró-governo é grotesco

25/2/2020
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"Os demagogos, embusteiros e fanfarrões não irão à frente. Eles ficarão escondidos e protegidos nas suas imunidades", diz General Santos Cruz sobre convocação de atos de 7 de Setembro por Bolsonaro. Foto: Wilson Mnedes/Segov
O General Carlos Alberto dos Santos Cruz, ex-ministro-chefe da Secretaria de Governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), criticou o uso de imagens de militares na convocação de um ato pró-governo no dia 15 de março. Em dois tuítes, o militar chamou a atitude de grotesca e irresponsável. > “Não há uma situação de absoluta desordem nas ruas”, diz Moro, no Ceará “Exército - instituição de Estado, defesa da pátria e garantia dos poderes constitucionais, da lei e da ordem. Não confundir o Exército com alguns assuntos temporários. O uso de imagens de generais é grotesco”, escreveu, finalizando com o destaque de que “manifestações dentro da lei são válidas”. Em outro post, o general voltou a falar sobre o tema. “Exército Brasileiro - instituição de Estado, defesa da pátria e garantia dos poderes constitucionais, da lei e da ordem. Confundir o Exército com alguns assuntos temporários de governo, partidos políticos e pessoas é usar de má fé, mentir, enganar a população”. O posicionamento de Santos Cruz vem em resposta a uma montagem apócrifa que usa a imagem de generais para chamar a população para participar das manifestações do dia 15 de março. A convocação dos protestos em defesa do governo e contra o Congresso Nacional foi impelida por uma fala do general Heleno (Gabinete de Segurança Institucional). Em uma conversa privada com os ministros Paulo Guedes (Economia) e Luiz Eduardo Ramos (Governo), Heleno disse: “nós não podemos aceitar esses caras chantagearem a gente o tempo todo. Foda-se”. O motivo da ira do ministro é a articulação com o Congresso sobre os vetos do presidente ao orçamento impositivo. Enquanto parlamentares querem ter mais liberdade e interferência na execução do orçamento, o governo não quer ceder o controle dos gastos. > Doria diz que agressões de Bolsonaro têm unido governadores
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