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Câmara abre sessão e acelera rito de impeachment

18/3/2016
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[caption id="attachment_232725" align="alignright" width="285" caption="Cunha abriu sessão nesta sexta-feira (18) e deu início à contagem do prazo de defesa de Dilma Rousseff"][fotografo]Alex Ferreira/ Câmara dos Deputados[/fotografo][/caption]Contrariando o tradicional esvaziamento do plenário da Câmara dos Deputados às sextas-feiras, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), realizou uma sessão hoje (18). Com ela foi aberta com a presença mínima de 51 deputados, começou a ser contado o prazo de dez sessões do Plenário que a presidente Dilma Rousseff terá para apresentar sua defesa sobre o impeachment. Na Câmara, os prazos previstos no regimento são contados em sessões. E, para valer na contagem, elas precisam ser abertas com pelo menos 51 deputados. O número foi atingido antes de 9h30, horário em que Cunha anunciou que já havia mais de 60 parlamentares presentes. Ao abrir a sessão de debates, o presidente da Câmara agradeceu a presença dos parlamentares. “Eles deram quórum a esta sessão considerando a gravidade e a importância do momento para o País, não deixando de cumprir o compromisso de estarem presentes às sessões da Câmara”, afirmou. Cunha voltou a dizer que a Câmara será rápida na análise do impeachment de Dilma. "Depois que se chega a este estágio, o melhor para todos é que se resolva com celeridade. Nós precisamos efetivamente enfrentar esse problema e encerrá-lo, de uma forma ou de outra, seja qual for a decisão do Plenário. Nós não podemos ter o impeachment como agenda única", explicou. A Comissão Especial do impeachment terá um prazo de cinco sessões para tomar uma decisão sobre o processo, após receber a defesa de Dilma. Depois desta análise, o plenário da Câmara votará o impedimento ou não da presidente. Segundo Cunha, o processo de impeachment pode chegar ao plenário da Câmara nas últimas semanas de abril. Cunha disse ainda que tentará fazer sessões todos os dias da próxima semana, inclusive segundas e sextas, para acelerar a tramitação. Com informações da Câmara dos Deputados Mais sobre Eduardo Cunha Mais sobre o impeachment
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