Lindbergh apoia manifesto antiajuste e provoca 'coração valente' de Dilma
20/5/2015
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[caption id="attachment_196119" align="alignright" width="360" caption="Senador protestou contra o que considera sacrifício imposto aos "mais pobres""]Lindbergh Farias" src="https://static.congressoemfoco.com.br/2015/05/Lindbergh-Farias.jpg" alt="" width="360" height="270" />[fotografo]Antônio Cruz/Agência Brasil[/fotografo][/caption]O senador Lindbergh Farias (PT-RJ), um dos principais defensores do governo Dilma Rousseff no Senado, surpreendeu ao subir à tribuna e criticar não só o ajuste fiscal pretendido pelo Planalto, mas a primeira das ações desse processo de arranjo – a Medida Provisória 665/2014, que torna mais rigoroso o acesso à concessão de benefícios como o seguro-desemprego e o abono salarial. Com referências às tradições trabalhistas de seu partido, o senador fez um resgate das “conquistas” que teriam sido obtidas nos oito anos de mandato do ex-presidente Lula e condenou o que disse considerar uma guinada da gestão atual no sentido contrário.
Leia a íntegra do discurso de Lindbergh Farias“Eu vou votar contra essa medida provisória, porque quero fazer o enfrentamento público a essa política econômica. Não vejo caminho para que esse governo dê certo aplicando essas políticas. O apelo que faço à nossa presidenta Dilma é que olhe as camisas da campanha dela. A Dilma Coração Valente, aquela Dilma que foi depor no Dops [Departamento de Ordem Política e Social, órgão do regime militar], que foi depor na ditadura com aquela altivez. Assuma as rédeas! Não terceirize a política econômica! E governe com o programa que foi vitorioso nas urnas do nosso país”, bradou Lindbergh, um dos senadores que apoiaram manifesto de entidades e personalidades contra o ajuste e a política econômica de Dilma (leia íntegra do documento abaixo).
Dizendo que o governo tem sacrificado “os mais pobres” com as medidas do ajuste, Lindbergh apresentou um cardápio de alternativas para equilibrar as contas públicas que vai desde taxação de grandes fortunas ao imposto sobre herança. Nesse momento, Lindbergh reverberou discursos de partidos mais à esquerda do PT, como Psol e, deu munição às bravatas da oposição em plenário.
“Não é justo, senhores, virmos falar aqui de ajuste em cima dos mais pobres, dos trabalhadores e dos aposentados. Qual é a medida para os mais ricos? Qual é a medida de tributação progressiva para os que ganham mais? Qual é a medida para os bancos? Aqui nós temos uma cesta de opções: taxação de grandes fortunas. Mas, se o governo discorda da taxação de grandes fortunas, existiriam outros caminhos: imposto sobre herança. Na Alemanha, imposto sobre herança, 40%; na Inglaterra, 40%; no Japão, 55%; na França, 60%. Sabe quanto é aqui? Quatro por cento!”, exclamou o petista, mencionando ainda opões com a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) dos bancos.
A intervenção de Lindbergh em plenário deu início a início a uma série de discursos contundentes contra as medidas de ajuste, principalmente por parte da oposição. Mas a ex-ministra da Casa Civil, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), manteve-se em defesa do governo.
“Eu quero falar aqui especificamente sobre o seguro-desemprego, e aí, com toda a permissão, como todo o carinho que tenho pelo meu colega, meu companheiro Lindbergh, que eu não posso concordar com a fala dele daqui desta tribuna. O seguro-desemprego, até para responder a uma colocação do Líder do PSDB [Cássio Cunha Lima], na legislação que estava em vigor, antes de a medida provisória vigorar, incentivava a rotatividade no emprego. Por isso que, mesmo nós tendo uma situação de quase pleno emprego, nós tínhamos um desencaixe tão grande de seguro-desemprego”, ponderou a petista.
Confira o manifesto apoiado os senadores:“Manifesto pela mudança na política econômica e contra o ajusteO Brasil mudou nos últimos anos. Houve redução do desemprego e melhoria da renda do trabalhador. Milhões de brasileiros saíram da pobreza extrema e outros tantos conquistaram a casa própria. Além disso, milhões ingressaram e concluíram o ensino superior e o ensino técnico. Foram também iniciados e concluídos importantes projetos de infraestrutura.Vivemos um período importante na trajetória desse projeto de mudança. Depois de 12 anos, o país passa por um momento extremamente difícil. O governo parece encurralado e não demonstra capacidade de ampliar o horizonte político de um projeto que fez o Brasil avançar. O país precisa reencontrar o caminho do desenvolvimento e construir uma estratégia política capaz de enfrentar os novos desafios.Um pressuposto fundamental desta estratégia política deve ser o crescimento, com proteção dos empregos, evitando que o Brasil mergulhe numa recessão que se avizinha. No entanto, a posição do governo, expressa pelo Ministério da Fazenda, está concentrada exclusivamente numa política de ajuste fiscal, que além de insuficiente, pode deteriorar ainda mais o quadro econômico brasileiro.Ajuste fiscal recessivoO governo diz para a sociedade que a MP 665 ataca uma distorção no gasto das políticas de proteção ao trabalhador formal e que a MP 664 corrige abusos e fraudes. No entanto, admite publicamente, especialmente quando se dirige ao mercado financeiro, que essas medidas fazem parte de um ajuste fiscal.Dados do Dieese estimam que, com a proposta original do governo na MP 665, mais de 4,8 milhões de trabalhadores não poderiam acessar o seguro-desemprego (38,5% do total de demitidos sem justa causa em 2013) e 9,94 milhões de trabalhadores perderiam o Abono Salarial. Com as alterações nas MPs na Câmara dos Deputados, que diminuíram o impacto fiscal, o governo anuncia que aumentará o corte no orçamento dos ministérios e elevará impostos.O quadro de desequilíbrio fiscal das contas do governo não é responsabilidade dos mais pobres, trabalhadores, aposentados e pensionistas. As causas desse desequilíbrio foram a desoneração fiscal de mais 100 bilhões concedida pelo governo às grandes empresas, as elevadas taxas de juros Selic, que transferem recursos para o sistema financeiro, e a queda da arrecadação devido ao baixo crescimento no ano passado.Não é justo, agora, colocar essa conta para ser paga pelos mais pobres que precisam de políticas públicas, trabalhadores, aposentados e pensionistas. Enquanto o andar de baixo perde direitos, não está em curso nenhuma medida do governo para tornar o nosso sistema tributário mais progressivo. Dados do especialista em finanças Amir Khair apontam que a taxação sobre as grandes fortunas pode render até R$ 100 bilhões por ano. Onde está a parcela de contribuição dos bancos e dos mais ricos?Para agravar a situação do país, associado ao arrocho fiscal, vem um aperto monetário, que enfraquece a economia e anula o seu próprio esforço fiscal. O governo já aumentou em 2% da taxa de juros Selic neste ano, beneficiando apenas os especuladores do mercado financeiro. A cada aumento de 0,5% da taxa Selic durante o ano, o gasto público cresce de R$ 7,5 bi a R$ 12 bi. No ano passado, os gastos públicos com juros foram superiores a R$ 300 bilhões.Enquanto os recursos públicos pagos pelos impostos descem pelo ralo do mercado financeiro, o governo vai cortar direitos dos trabalhadores para economizar R$ 10 bi com essas MPs. Além disso, ameaça vetar a mudança do Fator Previdenciário, que beneficia os aposentados e é defendida pelas centrais sindicais, como se as contas públicas fossem quebrar...Só com crescimento haverá equilíbrio fiscal e desenvolvimentoMudar o rumo da política econômica é colocar o crescimento como um aspecto central, porque os números sinalizam uma desaceleração muito forte da economia. Os investimentos do governo federal estão parando. O desemprego cresce mês após mês. A renda do trabalhador também está em trajetória de queda. A arrecadação do governo federal está caindo.Só com o crescimento econômico poderemos recuperar o equilíbrio das contas públicas. O resultado fiscal é sempre o reflexo da saúde de uma economia. Uma economia estagnada gera um orçamento desequilibrado. Durante o governo de FHC, sua equipe econômica promoveu corte de gastos e contingenciamentos. Mesmo assim, o déficit nominal foi de 5,53% do PIB em oito anos. A dívida pública como proporção do PIB cresceu de 30,6%, em 1995, para 60,4%, em 2002.Uma economia forte e dinamizada produz aumento da arrecadação, e o resultado é o equilíbrio fiscal. Durante o segundo governo do presidente Lula, a economia cresceu em média 4,7% ao ano e a dívida pública caiu como proporção do PIB de 45,5%, em 2007, para 39,2%, em 2010. E como resultado do crescimento econômico de 7,6%, em 2010, o déficit nominal foi reduzido para 2,5% do PIB.É hora de radicalizar o projeto de desenvolvimento, com o fortalecimento da produção, investimentos na indústria nacional e na agricultura, desenvolvimento de pesquisa, ciência e tecnologia e dinamização do mercado interno. Enquanto o país se submeter aos interesses do capital financeiro e estiver dependente da dinâmica imposta pelos países avançados, especialmente em relação a ciência e tecnologia, nossa economia estará fragilizada.O salto que precisamos dar na economia implica uma nova estratégia política para enfrentar a avalanche regressiva, que avança tanto na área do trabalho, com o projeto de terceirização, como na esfera dos valores da sociedade, dando espaço a uma onda conservadora que prega a redução da maioridade penal, a flexibilização do Estatuto do Desarmamento, a aprovação do Estatuto da Família, a PEC 215 e a eliminação da rotulagem dos alimentos transgênicos. No campo político, avança a legalização do financiamento empresarial de campanhas eleitorais, dentro de uma contrarreforma política que agravará os problemas no nosso regime democrático.A fragilidade do governo no Congresso Nacional demonstra que é necessário, mais do que nunca, construir uma nova governabilidade, com as forças progressistas, como as centrais sindicais, movimentos populares, organizações de juventude, cultura e mídia alternativa, para enfrentar a ofensiva neoliberal, que avança ao lado de uma onda conservadora.O ajuste fiscal, nos termos em que está sendo proposto, coloca o governo contra as forças progressistas, enfraquecendo a capacidade de um salto político. É necessário reagir e colocar em andamento uma nova agenda política, ombro a ombro com as forças democráticas e populares, os movimentos sociais organizados e os partidos políticos - comprometidos com o desenvolvimento inclusivo do país, a soberania nacional e a retomada do crescimento, com a garantia do emprego - que atuam de forma autônoma parar ampliar o horizonte político.A proposta de ajuste fiscal apresentada pelo governo trava o país diante da possibilidade de uma nova fase de desenvolvimento e da construção de uma nova estratégia política. O Brasil progrediu nos últimos 12 anos, mas a continuidade desse projeto depende de retificações. Essa proposta de ajuste fiscal não combina com os novos desafios. Combina apenas com o passado. Portanto, quem quer dizer SIM ao desenvolvimento com justiça social tem que dizer NÃO ao arrocho fiscal, nos termos propostos pelo governo.20 de maio de 2015PersonalidadesAlfredo Saad Filho- professor de Economia Política da Universidade de LondresAnivaldo Padilha - Líder EcumênicoArmando Boito Jr. - Professor de Ciência Política da UnicampBreno Altman, jornalista, diretor do site Opera MundiCândido Grzybowski- Diretor do IbaseDermeval Saviani, Professor Emérito da UNICAMP e Pesquisador Emérito do CNPq.Eleuterio Prado- Professor sênior da área de economia da USP -Gilberto Maringoni - Relacoes Internacionais - UFABCHeloísa Fernandes, socióloga, professora da USP e da ENFFJoão Pedro Stedile- MST/Via CampesinaJoão Sicsú- Economista e professor UFRJJorge Matoso - economista, é professor aposentado do Instituto de Economia da Unicamp. Foi presidente da Caixa Econômica Federal (2003-2006)José Carlos de Assis - economista, doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ),José Gomes Temporão- Ex pesquisador da Fiocruz- Ex ministro da saúde 2007-2010José Juliano de Carvalho Filho- Economista- Professor Doutor FEA/USPLadislau Dowbor - economista e professor da Pós-Graduação na Pontíficia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)Laura Tavares - FLACSO BrasilLeda Maria Paulani- Professora Titular- Departamento de Economia, FEA-USPLisete Regina Gomes Arelaro- Professora do Departamento de Administração Escolar e Economia da Educação da FEUSPLuiz Alfredo Salomão - Diretor- Escola de Políticas Públicas e Gestão Governamental, foi subchefe executivo da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência,Luiz Gonzaga Belluzzo é professor titular do Instituto de Economia (IE) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).Marcio Pochmann - professor do Instituto de Economia da Unicamp, ex-presidente do IPEA no governo LulaOdilon Guedes- Economista; Diretor doSindicato dos Economistas no Estado de São Paulo.Pedro Paulo Zahluth Bastos- Professor Associado (Livre Docente)- Instituto de Economia - UNICAMPRicardo Summa - professor doutor - Instituto de Economia - UFRJSamuel Pinheiro Guimarães Neto - diplomata brasileiro, foi secretário-geral das Relações Exteriores do Ministério das Relações Exteriores e ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE) do Governo LulaTarso Genro, ex-governador do Rio Grande do SulValter Pomar, professor universitário e militante do Partido dos TrabalhadoresAdelaide Gonçalves - historiadora, universidade federal do cearáAilton Cotrim Prates- Professor Assistente - UFAL/ArapiracaAntonio José Alves Junior- Professor Associado II da UFRRJAlvaro Britto - Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro- Coordenador do Curso de Jornalismo do Centro Universitário de Barra MansaAmália Catharina Santos Cruz-Professora, Uneb/Dcvh IvAna Corbisier, sociólogaAna Costa - Professora da UFF/RJ.Andrea Caldas - Setot de Educacao UFPRAngela Maria Carvalho Borges- Pós graduação em POlíticas Sociais e Cidadania/ UCSal - BahiaAnivaldo Padilha - Líder EcumênicoArtur Machado Scavone - JornalistaBruno Elias, secretário nacional de movimentos populares do PTCarlos Roberto Colavolpe- Professor Associado III FACED/UFBACarolina Nozella Gama- Universidade Federal de Alagoas/Pós-graduação da Universidade Federal da BahiaCeli Zulke Taffarel - Professora Dra. Titular Faced UfbaCesar Cordaro- Comitê Paulista Pela Memória, Verdade e Justiça - CPMVJCesar Sanson – Professor Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRNDiana Cohen- Assessora da Comissão da memoria e Verdade - São PauloFabiano Abranches Silva Dalto- Professor de Economia da Universidade Federal do ParanáFernando Augusto M. Mattos (Uff - Faculdade De Economia)Gilson de Góz Gonzaga - Operário de fábrica - Militante do PTGiovane Zuanazzi, diretor de movimentos sociais da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES)Giucelia Figueiredo Presidente Conselho Regional de Engenharia e Agronomia/ CREA/ PbGláucia Campregher - professora Economia - UFRGSHenrique Novaes- Professor UNESPMaríliaInês Patrício - professora de economia da UFFIsabel Lustosa - Cientista Política e Historiadora, da Fundação Casa de Rui BarbosaJayr Lemos de Almeida- Técnico agrimensorJoilson Cardoso- Vice-Presidente Nacional da CTB- Secretario Nacional da SSB -Sindicalismo Socialista BrasileiroJosé Heleno Rotta - Professor de Economia aposentado da UFCGLazaro Camilo Recompensa Joseph- Professor Universidade Federal De Santa MariaLuiz Carlos Gabas - Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Comissão de Incidência Pública da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil e Centro de Direitos Humanos de Cascavel/ParanáLuiz Martins de Melo - Prof. Associado IV do IE/UFRJLigia Maria de Godoy Batista Cavalcanti - Juíza de Direito – Natal/RGNMarcio Sotelo Felippe - ex-Procurador Geral do Estado de São Paulo, membro da Comissão da Verdade da OAB-FederalMarcos Corrêa Da Silva Loureiro - Professor Da Ufg - Goiânia-GoMaria Aparecida Dellinghausen Motta - Editora Autores AssociadosMário Jorge da Motta Bastos - Professor Associado - Universidade Federal Fluminense.Marta Skinner- Uerj- professora universitáriaMary Garcia Castro. Uniao Brasileira de MulheresMiriam Abramovay - Coordenadora da Área de juventude e Potícias Públicas - FLACSONancy Cardoso- Pastora metodista, graduada em Teologia e Filosofia, mestra e doutora em Ciências da Religião,Rafael Litvin Villas Bôas, professor da UnBRafael Soares de OliveiraRaimundo Bertuleza (Poty), Poeta e militante sindicalRaimundo Bonfim, coordenador geral da Central de Movimentos Populares (CMP-SP)Rennan Moura Martins- Jornalista. Editor do Blog dos DesenvolvimentistasRicardo Buratini, economistaRicardo Fernandes de Menezes, médico sanitarista, Secretaria Municipal de Saúde de São PauloRobson Amâncio - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Instituto de Ciências Humanas e Sociais Departamento de Ciências SociasRobson Dias da Silva- Economista, professor Adjunto UFRRJRoberta Calixto, designer, militante feminista e do partido dos trabalhadoresRodrigo Sérvulo da Cunha - Advogado e cientista social, presidente do Coletivo Advogados para a DemocraciaRogério Correia de Moura Baptista- Deputado EstadualSandro Conceição de Matos - Professor de Biologia - LEPELSuely Farah - professora - PMSPVanessa Petrelli Corrêa- Professora Titular Instituto de Economia- Universidade Federal de UberlândiaVirgílio de Mattos - MGZilda Márcia Grícoli Iokoi - Professora Titular do Departamento de História da Universidade de São PauloEntidadesCUT - Central Única dos TrabalhadoresMovimento dos trabalhadores Rurais Sem Terra - MST;Movimento dos Trabalhadores Sem Teto - MTST;Articulação dos Empregados(as) Rurais - ADERE;Articulação dos Povos Indígenas do Brasil - APIB;Associação Brasileira de Estudantes de Engenharia Florestal - ABEEF;Campanha Nacional Por Uma Reforma Política Pela ConstituinteCentral de Movimentos Populares - CMPColetivo Nacional de Juventude Negra - EnegrecerComissão Pastoral da Terra - CPT;Conselho Indigenista Missionário - CIMI;Coordenação Nacional das Comunidades Negras Rurais Quilombola - CONAQ;Entidade Nacional de Estudantes de Biologia - ENEBio;FAMOPES - Federação das Associações de Moradores e Movimentos Populares do Espírito SantoFederação dos Estudantes de Agronomia do Brasil - FEAB;Fora do EixoFórum Ecumênico ACT BrasilIntervozesLevante Popular da JuventudeMídia NinjaMovimento de Mulheres Camponesas - MMC;Movimento dos trabalhadores e trabalhadora do Campo - MTCMovimento dos Atingidos por Barragens – MAB;Movimento dos Pequenos Agricultores - MPA;Movimento dos Pescadores e Pescadoras - MPP; Movimento dos Trabalhadores Desempregados- MTDMovimento Nacional Pela Soberania Popular Frente à Mineração - MAM;Nação Hip Hop BrasilPastoral da Juventude Rural - PJRRede Ecumênica da Juventude – REJU”Mais sobre ajuste fiscalMais sobre direitos trabalhistasMais sobre crise na base