Notícias

Câmara nega pedido para homenagear golpe de 1964

25/3/2014
Publicidade
Expandir publicidade
[caption id="attachment_45672" align="alignleft" width="319" caption="Bolsonaro afirma que regime militar teve amplo apoio social e possibilitou a consolidação da democracia"][fotografo]Rodolfo Stuckert/ABr[/fotografo][/caption]O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), vetou nesta terça-feira (25) pedido do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) para a realização de uma sessão em comemoração ao regime militar e seus "feitos". O mais ostensivo defensor da ditadura militar no Congresso, Bolsonaro afirmou que o regime, instaurado em 1964, teve amplo apoio social e possibilitou, ao longo de duas décadas, a consolidação da democracia. Henrique Alves disse que não poderia acolher um requerimento para exaltar a ditadura. Segundo ele, "a Câmara não poderia fazer isso de jeito nenhum porque foi perseguida, brutalmente atingida pela 'revolução', e seus membros cassados". No Twitter, Alves afirmou que “a Câmara não pode homenagear um regime que fechou três vezes a casa legislativa e cassou 173 parlamentares”. Destacou ter tido apoio dos líderes partidários. Alves acolheu requerimento da deputada Luiza Erundina (PSB-SP) para a realização de uma sessão solene para discutir o regime militar de 1964. A sessão está marcada para o dia 1º de abril. (Com Agência Câmara) Mais sobre a ditadura militar Nosso jornalismo precisa da sua assinatura
Veja mais no portal
cadastre-se, comente, saiba mais

Notícias Mais Lidas

Artigos Mais Lidos