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Lula diz que entregará o país "mais sólido"

15/5/2007
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"Eu não quero interferir no Copom [Comitê de Política Monetária do Banco Central] porque acho que quanto mais autonomia tiver o Banco Central, melhor será para a economia", garantiu Lula ao ser questionado sobre as altas taxas de juros do país. O presidente também argumentou que nunca os juros estiveram tão baixos e que há muito tempo não há protestos dizendo "Fora FMI".

Para o presidente, a economia está crescendo e os juros sendo reduzidos de maneira que daqui a alguns anos, o país estará no patamar ideal. "Hoje estou convencido de que temos uma das mais baixas taxas de juros que já tivemos. E com expectativa de baixar ainda mais. A economia está crescendo e os juros vão cair para chegar em um patamar que transformará o Brasil em um país competidor. A economia esta estável e eu não vou interferir. Não é porque está estável que vou pedir para abaixar a taxa de juros".

O presidente destacou, no entanto, que tem de resistir para não ligar para o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, pedindo para abaixar os juros para 3%. "Dá vontade de ligar, e como dá, mas nós estamos próximos de chegar em primeiro lugar, e se eu começar a correr demais, corro o risco de cair. Nós estamos caminhando e eu quero entregar para vocês, ao final do meu mandato, o país mais sólido que nós já tivemos", enfatizou Lula (Soraia Costa)

 

 

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