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Deixa o homem viajar

17/2/2007
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O presidente Lula tem três viagens internacionais previstas até o mês de março. A primeira viagem prevista é para o Uruguai, programada para os próximos dias. Lula também deve viajar para a Guiana, no início de março, onde participa de reunião do Grupo do Rio, organização latino-americana que reúne 19 nações. No final de março, o presidente também deve viajar para os Estados Unidos, poucos dias após a visita do presidente americano George W. Bush ao Brasil, prevista para o dia 9 do mesmo mês. A agenda dos dois encontros entre Lula e Bush prevê a discussão de assuntos como o biocombustível (etanol), assim como a Rodada de Doha, um conjunto de negociações internacionais para ampliação do comércio mundial. Leia outras notícias publicadas hoje (17) Lula vai manter Haddad na Educação O presidente Lula disse ontem (16), em conversas reservadas, que não dispensará o ministro da Educação, Fernando Haddad. A informação é do Portal G1. A ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy disputa a pasta na próxima reforma ministerial. Lula teria afirmado a interlocutores que vai chamar Marta para comandar o Ministério das Cidades, hoje controlado pelo PP. Para os devidos ajustes políticos, o presidente teria a intenção de transferir o atual ministro das Cidades, Márcio Fortes, para Agricultura. Contudo, o PP parece que não está disposto a abrir mão do ministério. “O presidente nos disse que Cidades era um ministério cobiçado, mas que não tinha motivo para tirá-lo do PP. Ninguém falou no nome de Marta”, disse o deputado Nélio Dias (RN), o presidente do PP. O orçamento do Ministério das Cidades é muito maior do que o de Agricultura: R$ 1,5 bilhão contra R$ 816 milhões. Já o da Educação: R$ 9,1 bilhões. Puccinelli: governo trabalha em "ritmo de tartaruga" O governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB), atacou ontem (16) o governo federal. De acordo com o peemedebista, a administração Lula opera em "ritmo de tartaruga". Puccinelli afirmou que há morosidade no Ministério de Desenvolvimento Social e de Combate à Fome e que a Fundação Nacional do Índio (Funai) precisa levantar "o bumbum da cadeira e trabalhar" pelas aldeias atingida pela desnutrição,explica o repórter Hudson Corrêa, da Agência Folha. Ao ser questionado sobre as críticas da Anistia Internacional, que divulgou comunicado criticando o governo estadual e autoridades brasileiras pela suspensão da distribuição de cestas de alimentos aos índios, Puccinelli afirmou: "A Anistia tinha que ver de quem [é a responsabilidade pelos] índios. É da Funai. Eu acho que a Funai não está cuidando bem dos índios". Puccinelli também afirmou que quando assumiu o governo em janeiro deste ano, já encontrou paralisada desde dezembro a distribuição de cestas de alimentos para índios e sem-terra. "Só encontramos contas [do Estado] bloqueadas. Nós fomos exigir dos órgãos [federais] que têm a responsabilidade. Fui exigir da Funai que assumisse e do Incra [Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária] que assumisse os [sem-terra] acampados. O Incra assumiu", disse. O governador peemedebista disse que o Ministério de Combate à Fome "lavou as mãos". "Esperamos que a paquidérmica máquina tartarugal do governo federal possa nos dar a resposta antes do término do cadastramento [de famílias] em outubro", afirmou. Puccinelli também disse que fechou um acordo nesta semana com a Funasa para distribuir 11 mil cestas aos índios. O lado do governo A assessoria do Ministério de Desenvolvimento Social e de Combate à Fome já havia declarado, no último dia 8 de fevereiro, que em 2006 liberou R$ 309,3 milhões para atender 803 mil pessoas, 35% da população, em Mato Grosso do Sul. Leia também STF suspende ação contra Jungmann O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a ação civil pública de improbidade administrativa contra o deputado Raul Jungmann (PPS-PE). O parlamentar foi acusado de participar de um esquema de desvio de recursos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) quando era ministro do Desenvolvimento Agrário. Leia mais A suspensão da ação vale até que o STF decida qual o foro da justiça adequado para julgar ações de improbidade contra autoridades e ex-autoridades.

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