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Senado pode enviar um observador ao Haiti

19/1/2006
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As viagens internacionais de parlamentares estão suspensas durante este período de convocação extraordinária, que vai até o dia 14 de fevereiro. No entanto, uma sugestão feita hoje pela manhã, na reunião da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado, pode fazer com que se abra uma exceção à regra. Os senadores pretendem enviar um observador às eleições gerais do Haiti, marcadas para o dia 7 de fevereiro. A sugestão ainda será discutida entre o presidente da CRE, senador Roberto Saturnino (PT-RJ), e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O Brasil comanda uma força de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti, e a reunião de hoje da CRE foi convocada por Saturnino para colocar em discussão justamente o futuro da participação brasileira nesta missão. Na opinião do presidente da comissão, o assunto ganhou maior relevância junto à opinião pública depois da morte do então comandante brasileiro da Força Militar da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah), general Urano Bacellar. A importância das eleições a serem acompanhadas foi destacada pelo senador Eduardo Suplicy (PT-SP), autor da proposta. “É preciso que o nosso apoio à presença de tropas brasileiras no Haiti seja baseado na informação mais completa possível sobre o que se passa naquele país”, sustentou Suplicy. Outros assuntos Outros temas também deverão ser debatidos em reuniões especiais da CRE neste ano, informou Saturnino. O senador destacou, entre os assuntos que podem constar da pauta de discussões da comissão, o êxito econômico de países como o Chile e o México. “Esses debates são importantes para que não caiamos na rotina que nos paralisa. Hoje mesmo recebemos da Câmara mais de 40 acordos internacionais para serem analisados”, disse.
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