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Greve dos servidores: ao menos 19 categorias são esperadas em protesto

A previsão é de que participem mil servidores. A quantidade foi reduzida pelo avanço dos casos de influenza e de covid-19 na capital federal.

12/1/2022
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Foto: Marcello Casal Jr/ABr
O protesto organizado pelos servidores públicos para o próximo dia 18 deve contar com, ao menos, 19 categorias. É o que aponta o Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), que teve a iniciativa das manifestações em favor do reajuste salarial de todas as classes. A concentração da manifestação começará em frente ao Banco Central, às 10 horas, e seguirá para o Ministério da Economia, na Esplanada, às 14 horas. A previsão é de que ao todo participem por volta de mil servidores. A quantidade reduzida se dá em razão do avanço dos casos de influenza e de covid-19 na capital federal. O conteúdo deste texto foi publicado antes no Congresso em Foco Insider, serviço exclusivo de informações sobre política e economia do Congresso em Foco. Para assinar, clique AQUI e faça uma degustação gratuita de 30 dias. Confirmaram a presença:
  • Servidores do Legislativo Federal e TCU;
  •  Servidores do Poder Judiciário;
  • Servidores Federais representados pela Condsef;
  • Analistas de Comércio Exterior;
  • Servidores do Itamaraty;
  • Servidores do IPEA;
  • Defensores Públicos Federais;
  • Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental;
  • Auditores Fiscais Federais Agropecuários;
  • Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil;
  • Auditores e Técnicos da CGU;
  • Auditores e Técnicos da STN;
  • Oficiais de Inteligência;
  • Servidores das Agências Nacionais de Regulação;
  • Auditores Fiscais do Trabalho;
  • Funcionários do Banco Central;
  • Servidores da CVM;
  • Peritos Federais Agrários;
  • Servidores Susep.
As mobilizações vêm em meio a grande insatisfação da classe de servidores com o silêncio do governo sobre o reajuste salarial de todas as categorias. Desde a aprovação do orçamento, no último dia 21, que o governo federal não se manifesta sobre as reivindicações por reajustes. De acordo com o presidente do Fonacate, Rudinei Marques, as manifestações são parte de um esforço para ao menos dar início a uma negociação.
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