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PF vai investigar grampo em telefone de deputados

3/11/2005
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O presidente da Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), assegurou que as denúncias de grampos em telefones de três deputados serão investigadas pela Polícia Federal. Os deputados Osmar Serraglio (PMDB-PR), relator da CPI dos Correios, Antônio Carlos Magalhães Neto (PFL-BA), sub-relator de Fundos e Pensões da CPI, e Ricardo Izar (PTB-SP), presidente do Conselho de Ética, afirmam que tiveram seus telefones grampeados. "Estou aguardando a manifestação oficial dos deputados para tomar todas as providências", garantiu Rebelo. O presidente da Câmara acredita que a investigação da polícia pode esclarecer a origem dos grampos e reafirmou que escuta telefônica sem autorização judicial é crime. Ele não chegou a cogitar a origem dos grampos para não falar em hipóteses antes da investigação. ACM Neto chegou a afiançar que o grampo teria partido da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Mas a agência divulgou nota oficial rechaçando a acusação de que teria ordenado a espionagem.
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