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Lula adia viagem à China após receber diagnóstico de pneumonia

Segundo a assessoria do presidente, a expectativa é de que Lula (PT) e sua comitiva embarquem para o país asiático no domingo (26).

24/3/2023
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Segundo a Presidência da República, Lula já comunicou às autoridades chinesas sobre o adiamento. Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil
O presidente Lula (PT) adiou sua viagem para a China, prevista para ocorrer entre os dias 26 e 30 de janeiro, por conta de problemas de saúde. Lula realizou exames na noite dessa quinta-feira (23) no hospital Sírio Libanês e foi diagnosticado com pneumonia leve. Segundo a assessoria do presidente, a expectativa é de que o petista e sua comitiva embarquem para o país asiático no domingo (26). Anteriormente, a delegação partiria no sábado (25). A viagem de Lula à China é um dos destaques da agenda internacional do presidente, que pretende retomar as relações com o gigante asiático após a gestão de Jair Bolsonaro (PL), que protagonizou junto a ministros de governo uma série de críticas ao parceiro econômico. O presidente convidou para acompanhar a comitiva 27 parlamentares, representando 12 partidos. Confirmaram a presença na delegação o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). No entanto, o relacionamento entre os dois representantes do Legislativo está abalado por conta de divergências no rito de tramitação das Medidas Provisórias (MPs) no Congresso Nacional. Também acompanharão Lula diversos empresários, incluindo os irmãos Wesley e Joesley Batista, donos do Grupo J&F, que firmaram acordo de delação premiada durante a Operação Lava Jato. Também estão na lista nomes como o do filho de Erai Maggi, Kleverson Scheffer, que representará o grupo Bom Futuro, um dos maiores exportadores de soja do mundo. A comitiva terá ainda líderes da Marfrig e Bayer. Inicialmente aguardado para esta semana, o anúncio das novas regras fiscais ficará para após o retorno da viagem do presidente à China. O novo arcabouço fiscal, como é chamado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), é apontado pelo Palácio do Planalto como maneira de substituir o teto de gastos e manter o equilíbrio das contas públicas.
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