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Deputados agora vão ter verbas extras para alimentação, saúde e moradia. Foto: Divulgação
A partir deste ano, os deputados estaduais de Pernambuco receberão uma nova série de benefícios. Nesta terça-feira (17), os parlamentares aprovaram a criação de três auxílios (saúde, alimentação e moradia). Com os novos auxílios, cada um dos parlamentares do estado vai receber R$ 12.377,37 a mais nos salários, que atualmente é de R$ R$ 29.469,99 mensais.
Por mês, o pagamento dos auxílios aos 49 deputados vai custar R$ 606 mil aos cofres públicos de Pernambuco. O valor representa R$ 7,2 milhões por ano. Os projetos que criam os auxílios foram de autoria da Mesa Diretora. A proposta foi aprovada pela maioria dos deputados presentes na sessão extraordinária, com 43 presentes de forma virtual.
O auxílio-saúde, de R$ 2.946,99, corresponde a 10% do salário de cada deputado estadual. Já o auxílio moradia, de R$ 6.483,39, corresponde a 22%. Já o auxílio-alimentação será de R$ 2.946,99. O valor equivale a 10% do salário dos deputados.
O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Eriberto Medeiros (PSB-PE), que foi eleito deputado federal, afirmou que os aumentos não partiram de uma decisão pessoal. “Foi uma decisão da casa, dos deputados que estão na legislatura que enxergaram a necessidade de se criar esses auxílios que tem no Judiciário, no Ministério Público também. É só uma equiparação junto às instituições”, justificou.
A votação na Assembleia Legislativa de Pernambuco foi simbólica, ou seja, não houve divulgação de lista de vontades favoráveis a matéria. No entanto, alguns parlamentares se manifestaram contra aos novos benefícios.
Se posicionaram contra o auxílio saúde Juntas (Psol), Waldemar Borges (PSB), João Paulo (PT), Dulci Amorim (PT), Teresa Leitão (PT), Clarissa Tércio (PP) e Aluísio Lessa (PSB).
Já o auxílio moradia, foram contra Juntas (Psol), Waldemar Borges (PSB), João Paulo (PT), Clarissa Tércio (PP) e Aluísio Lessa (PSB). Contra o auxílio alimentação, foram contra Juntas (Psol), Waldemar Borges (PSB), João Paulo (PT), Clarissa Tércio (PP) e Teresa Leitão (PT).