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Líder do DEM quer reforço de segurança para manifestantes

8/3/2016
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O líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO), solicitou nesta terça-feira (8) proteção policial aos manifestantes que pretendem ir às ruas no próximo domingo (13) para reivindicar o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Na representação entregue ao Ministério da Justiça, Caiado afirma que declarações de políticos ligados ao governo federal "conclamam a sociedade à um enfrentamento político".  O parlamentar afirma que "o próprio presidente do PT", Rui Falcão, reuniu-se com os ministros da Casa Civil, Jaques Wagner, e da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, para alertar sobre o risco que a legenda corre caso aconteçam "episódios de violência". "Nós estamos fazendo uma conclamação à militância. Todos os diretórios nesse momento, todos os estados, entrem em vigília", disse Falcão.
“É inadmissível que um evento marcado há 90 dias e previamente divulgado sofra agora ameaças de lideranças do partido, como do presidente do PT, do líder José Guimarães e de afiliados do partido que por meio de pronunciamentos e das redes sociais dizem que estão dispostos a um enfrentamento. É constrangedora a conivência do governo com posturas semelhantes a essa”, disse Caiado. Caiado destacou ainda que o confronto ideológico nas ruas pode gerar vandalismo, inclusive, contra o patrimônio público e privado. O senador também destacou o chamado feito pelo líder do PT na Câmara, Afonso Florence (BA), que clamou a "todos que defendem a ordem democrática" a ida às ruas. Diante das ameaças que partem de todos os lados, Ronaldo Caiado afirma que as declarações não integram o Estado Democrático de Direito e desrespeitam a liberdade de expressão - princípios assegurados pela Constituição Federal de 1988.
"Ante o exposto, e diante da gravidade das ameaças incitando a violência contra um movimento legítimo de parcela da população, solicito a adoção de todas as providências cabíveis, tais como a de determinar que a Polícia Federal e os demais órgãos de segurança pública estejam em alerta e coíbam qualquer medida ameaçadora", sustenta o documento. 
Leia a íntegra do documento entregue ao Ministério da Justiça.
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