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"Damares não sabe ouvir", critica líder da bancada evangélica

Congresso em Foco

10/8/2022 | Atualizado às 9:13

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Contrário à sua candidatura, Sóstenes avalia que Damares não consegue lidar com contrapontos. Foto: Vinicius Loures/Ag. Câmara

Contrário à sua candidatura, Sóstenes avalia que Damares não consegue lidar com contrapontos. Foto: Vinicius Loures/Ag. Câmara
Em meio à disputa eleitoral para o Senado no Distrito Federal, duas correntes contrárias defendem a abordagem da ala evangélica. Divergências acerca de uma candidatura única ou da manutenção de duas frentes, uma delas composta pela ex-ministra Damares Alves, levaram a antiga chefe da pasta de direitos humanos a bloquear o líder da bancada evangélica, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), em seus contatos no Whatsapp. De acordo com o deputado, isso se deve à dificuldade de Damares em dialogar com visões contrárias. Damares Alves é candidata ao Senado pelo Republicanos, partido onde se filiou esperando formar chapa com o presidente Jair Bolsonaro. Este, por sua vez, preferiu formalizar sua aliança com a deputada Flávia Arruda (PL-DF), presidente do PL no DF e esposa do ex-governador José Roberto Arruda, que concorre para deputado federal e goza de popularidade no eleitorado candango, havendo expectativa por parte de Bolsonaro em atrair para si esses eleitores. Diante do cenário formado no DF, Sóstenes Cavalcante se posicionou em diversos momentos de forma contrária à candidatura de Damares. Em entrevista ao Metrópoles na sexta-feira (5), chamou a campanha de "desserviço à direita". Nas redes sociais, reforçou a posição, afirmando que "precisamos que os candidatos do campo da direita se unam, para evitar a possibilidade da eleição de uma única candidatura da esquerda". Em resposta, Damares o bloqueou no Whatsapp. Quem aderiu à posição adotada por Sóstenes foi o pastor Silas Malafaia, líder da Assembléia de Deus Vitória em Cristo e aliado próximo tanto de Jair Bolsonaro quanto do líder da frente parlamentar evangélica. Damares e Malafaia são antagônicos desde o final de 2018, após as eleições, quando Bolsonaro escolheu Damares para assumir o Ministério dos Direitos Humanos no lugar do ex-deputado Magno Malta, aliado de Malafaia e membro do PL. Ao Congresso em Foco, Sóstenes conta ter descoberto por acaso do bloqueio, e não ter ficado surpreso com a decisão. "Ela não sabe ouvir contraditório. Eu já a conheço há bastante tempo, desde a época em que foi assessora de Arolde de Oliveira (PSD-RJ), na época em que ele era deputado. Ela tem um perfil que não gosta de ser contrariada", declarou. Em resposta, a assessoria de comunicação da candidata afirma que "O WhatsApp de Damares é particular, e ela tem o direito de bloquear pessoas desrespeitosas, que têm postura e comportamento inadequados aos princípios cristãos e precisam gerar polêmicas para terem projeção pessoal". Sóstenes não considera desrespeitosa a fala. "Apenas dei minha opinião política e nada mais", disse. A assessoria de Damares afirma ainda contar com apoio do presidente e outras lideranças evangélicas, e que a decisão de manter sua chapa separada da de Jair Bolsonaro já foi avaliada por ele como um erro, pois não há esforço da nova chapa em trazer votos para ele. "Damares é a verdadeira candidata conservadora de Brasília, por isso a candidatura dela não prejudica os conservadores", afirma. Sóstenes ressalta não possuir problemas pessoais com Damares Alves, mas permanece considerando sua candidatura como um erro estratégico. "A minha opinião é com base em matemática e lógica da política: você tem duas candidaturas no campo da direita e uma só da esquerda,  a chance da esquerda é muito maior do que a da direita. Uma candidatura avulsa vira um desserviço. É uma opinião política, não é nada pessoal", ressaltou.
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Jair Bolsonaro bancada evangélica Silas Malafaia sostenes cavalcante Damares Alves eleições 2022

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