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Alfredo Gaspar abre representação contra Lindbergh e Soraya na PF

Deputado acusa Lindbergh Farias e Soraya Thronicke de denunciação caluniosa, e cobra prisão de ambos.

31/3/2026
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O deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), ex-relator da extinta CPMI do INSS, apresentou uma representação contra o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) por denunciação caluniosa. O congressista também acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR), e cobrou a rápida responsabilização dos dois parlamentares que o acusaram de estupro de incapaz.

"Estou à disposição para qualquer meio de prova, inclusive DNA. Essa infâmia, essa forma vil de agir e criminosa de Lindberg e Soraya terá repercussão forte na esfera jurídica. Eu vou exigir a cassação e a prisão de ambos. Eles foram e agiram de forma criminosa", declarou o parlamentar em suas redes sociais ao acionar a PF.

Confira sua fala:

Disputa de narrativas

Lindbergh e Soraya protocolaram junto à PGR na noite de sexta-feira (27), uma notícia de fato na qual afirmam que Gaspar teria cometido estupro de vulnerável contra uma adolescente de 13 anos, e que o crime teria resultado em uma gravidez. No documento, alegam que a criança foi registrada no nome da mãe da vítima, e que o congressita pagou R$ 400 mil para que não fosse denunciado.

No dia seguinte, o deputado publicou em suas redes sociais um teste de paternidade e um vídeo com o depoimento da suposta filha do crime. No vídeo, a mulher desmente que seja filha de Alfredo Gaspar e afirma que seu pai na realidade seria o primo do parlamentar, e que seu nascimento foi fruto de uma relação consensual que não vingou.

Briga na CPMI

A denúncia foi apresentada após Lindbergh e Alfredo Gaspar brigarem na CPMI. Durante a leitura do relatório, o petista chamou o relator de "estuprador", que respondeu chamando-o de corrupto e relembrando as investigações da Operação Lava-Jato. A troca de ofensas tumultuou a comissão.

Segundo o deputado, a acusação de Lindbergh Soraya serviu "para eu não ler o indiciamento do filho do Presidente da República e pedir a sua prisão" durante a reunião da CPMI. "Foi o ataque mais infame que um parlamentar recebeu de dois criminosos", completou.

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