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Cadastro de condenados por crimes contra mulheres avança no Senado

Banco de dados reunirá informações de agressores e apoiará ações de segurança e Justiça.

20/4/2026
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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou o projeto de lei 1.009/2024, que prevê a criação de um cadastro nacional de pessoas condenadas por crimes cometidos contra mulheres, incluindo feminicídio, estupro e violência psicológica. A proposta segue agora para o Plenário da Casa.

O banco de dados centralizará informações dos agressores, como nome, RG, CPF, filiação, foto, impressão digital, endereço e o crime cometido. As informações serão compartilhadas entre órgãos de segurança pública da União, Estados e municípios.

Os dados serão armazenadas até o fim do cumprimento da pena ou por três anos, o que for maior.Freepik

A plataforma também garantirá a confidencialidade dos dados das vítimas.

Relatora da proposta, a senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO) destacou que a centralização de dados, atualmente dispersos em diferentes bases, pode contribuir para uma atuação mais eficaz das autoridades de segurança pública e do sistema de Justiça.

"O cadastro pode subsidiar políticas preventivas e promover o aprimoramento de medidas protetivas. Além disso, ao conferir visibilidade e organização às informações, permite maior efetividade na execução penal e no acompanhamento dos condenados."

O projeto prevê que as informações sejam armazenadas até o fim do cumprimento da pena ou por três anos, o que for maior.

Confira a íntegra do projeto.

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