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Flávio sai em defesa de Valdemar e diz que PF atua de forma "seletiva"

Pré-candidato à Presidência argumentou que a atuação de Valdemar junto a parlamentares é natural dentro do sistema político.

10/7/2026
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Pré-candidato à Presidência, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) saiu em defesa do presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto, após a decisão do ministro do STF Flávio Dino de determinar o bloqueio de bens do dirigente.

Em publicação nas redes sociais, o parlamentar afirmou confiar na resposta de Valdemar às acusações e criticou a atuação da Polícia Federal. "Tenho certeza que o presidente Valdemar saberá dar todas as respostas aos pontos levantados", declarou.

Flávio também argumentou que a atuação de Valdemar junto a parlamentares é natural dentro do sistema político, especialmente por se tratar do presidente de um partido com ampla representação no Congresso.

"Como presidente do maior partido do Brasil, é natural que ele atue politicamente junto a deputados federais, em especial os do próprio PL", afirmou.

Crítica à Polícia Federal

O senador fez críticas diretas à condução das investigações, afirmando que haveria seletividade na atuação da Polícia Federal. "Lamentável ver a PF atuando de forma seletiva para constranger um adversário político do atual governo", disse.

Flávio comparou o caso com outras investigações e mencionou denúncias envolvendo familiares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"A Polícia Federal, que diz não ter efetivo, nem recursos para investigar as denúncias contra Lulinha, filho do presidente Lula, mais uma vez mobiliza recursos para atacar adversários do presidente."

Flávio Bolsonaro sai em defesa de Valdemar Costa Neto.Reprodução/X

A decisão do ministro Flávio Dino foi tomada no âmbito de uma investigação da Polícia Federal que apura um suposto esquema de direcionamento irregular de emendas parlamentares. Segundo os investigadores, haveria indícios de atuação de um núcleo paralelo na definição do destino de recursos públicos.

Em nota, a defesa de Valdemar classificou a decisão como baseada em "premissas frágeis" e negou as acusações. "Não há qualquer prova, ou mesmo indício, de que tenha aderido conscientemente a um suposto esquema criminoso", afirmou.

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