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Sergio Moro é eleito governador do Paraná

Ex-juiz e senador pelo Paraná, Moro chega ao governo do Estado.

4/10/2026
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Sergio Moro (PL) foi eleito governador do Paraná neste domingo (4) e comandará o Estado de 2027 a 2030. O candidato recebeu 3.124.922 votos, equivalentes a 50,10% dos votos válidos. Sandro Alex (PSD) ficou em segundo lugar, com 1.581.279 votos (25,35%), segundo a totalização da Justiça Eleitoral.

Também concorreram Luiz França (Missão), Tayná Miessa (UP), Adriano Funileiro (PCO), Doutor Alexandre Salomão (Mobiliza) e Samuel de Mattos (PSTU).

Eleições para governo do Paraná Arte Congresso em Foco

Moro chegou à reta final da campanha na liderança das pesquisas, enquanto Sandro Alex e Requião Filho disputavam as posições seguintes.

Embate

Ex-juiz federal, Sergio Moro ganhou projeção nacional durante a Operação Lava Jato, em Curitiba. Depois, foi ministro da Justiça no governo de Jair Bolsonaro e, em 2022, elegeu-se senador pelo Paraná.

Sandro Alex concorreu pelo PSD, partido do governador Ratinho Junior, após integrar a administração estadual. Requião Filho, deputado estadual pelo PDT, tentou chegar ao cargo ocupado em três mandatos por seu pai, Roberto Requião.

A disputa também trouxe um novo capítulo de um confronto político visto em 2022. Naquele ano, Ratinho Junior derrotou Roberto Requião e foi reeleito governador no primeiro turno, com 69,64% dos votos válidos, contra 26,23% do adversário.

Quatro anos depois, Requião Filho entrou na corrida contra Sandro Alex, candidato ligado ao grupo político do governador.

Segundo turno

Nos casos em que nenhum candidato alcançou mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, a disputa seguirá para o segundo turno, marcado para 25 de outubro. Nessa etapa, os dois candidatos mais votados permanecem na corrida, e será eleito governador aquele que obtiver a maioria dos votos válidos, desconsiderados os votos em branco e nulos.

Mesmo quem não tiver votado no primeiro turno poderá comparecer normalmente ao segundo, já que cada turno é considerado uma votação independente pela Justiça Eleitoral.

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