O Senado Federal terá 40 novos integrantes entre as 54 cadeiras colocadas em disputa nas eleições deste domingo (4). Com 14 senadores reeleitos, a votação resultou na renovação de 74,1% das vagas submetidas às urnas.
Em 2026, cada Estado e o Distrito Federal escolheram dois representantes, já que a eleição alcança dois terços das 81 cadeiras da Casa. Os eleitos terão mandato de oito anos, entre 2027 e 2035.
A renovação deve ser calculada considerando apenas as 54 cadeiras efetivamente disputadas. Antes da eleição, 32 dos ocupantes dessas vagas tentavam a reeleição, enquanto 22 já não disputavam a continuidade no mesmo mandato: 13 não concorriam a nenhum cargo e nove participavam da eleição em outras funções ou como suplentes.
Com a conclusão da apuração, 14 dos 32 senadores que buscavam a reeleição conseguiram permanecer na Casa, enquanto [X] foram derrotados. Somados aos atuais ocupantes que já não tentavam renovar o mandato, o resultado leva a [X] novos titulares entre as 54 cadeiras.
Veja a lista de novos nomes que chegam ao Senado:
Como cada Estado tem direito a três senadores, um representante de cada unidade federativa segue na Casa por ao menos mais quatro anos. Esses mandatos foram escolhidos em 2022 e seguem até janeiro de 2031.
Entre os que têm cadeiras garantidas até 2031, a mudança ainda pode acontecer para nove senadores. Alan Rick (Republicanos-AC), Renan Filho (MDB-AL), Omar Aziz (PSD-AM), Wilder Morais (PL-GO), Wellington Fagundes (PL-MT), Cleitinho (Republicanos-MG), Efraim Filho (PL-PB), Sergio Moro (PL-PR) e Professora Dorinha Seabra (União-TO) participam da disputa para comandar o Executivo de seus respectivos Estados.