Os eleitores escolheram neste domingo (4) dois senadores em cada estado e no Distrito Federal. Os 54 eleitos assumem em fevereiro de 2027 para mandatos de oito anos.
Guilherme Derrite (PP-SP) recebeu a maior votação do país para o cargo, com 12.777.275 votos. Ele liderou a disputa em São Paulo.
Veja os mais votados em cada estado
No Norte, os mais votados foram Márcio Bittar (PL), no Acre; Rayssa Furlan (Podemos), no Amapá; Eduardo Braga (MDB), no Amazonas; Helder Barbalho (MDB), no Pará; Fernando Máximo (PL), em Rondônia; Nicoletti (PL), em Roraima; e Eduardo Gomes (PL), no Tocantins.
No Nordeste, terminaram à frente Arthur Lira (PP), em Alagoas; Rui Costa (PT), na Bahia; Cid Gomes (PSB), no Ceará; André Fufuca (PP), no Maranhão; João Azevêdo (PSB), na Paraíba; Humberto Costa (PT), em Pernambuco; Marcelo Castro (MDB), no Piauí; Styvenson Valentim (Podemos), no Rio Grande do Norte; e Rogério Carvalho (PT), em Sergipe.
No Centro-Oeste, a liderança ficou com Michelle Bolsonaro (PL), no Distrito Federal; Gustavo Gayer (PL), em Goiás; Mauro Mendes (União Brasil), em Mato Grosso; e Reinaldo Azambuja (PL), em Mato Grosso do Sul.
No Sudeste, os primeiros colocados foram Renato Casagrande (PSB), no Espírito Santo; Domingos Sávio (PL), em Minas Gerais; Carlos Portinho (PL), no Rio de Janeiro; e Guilherme Derrite (PP), em São Paulo.
No Sul, Filipe Barros (PL) recebeu mais votos no Paraná, Sanderson (PL) liderou no Rio Grande do Sul e Caroline de Toni (PL) ficou à frente em Santa Catarina.
Vitória definida em turno único
A eleição para o Senado segue o sistema majoritário: vencem os candidatos que recebem mais votos.
Com duas vagas em disputa por unidade da Federação em 2026, os dois primeiros colocados foram eleitos, sem exigência de superar 50% dos votos válidos.
A disputa é resolvida em turno único. Cada eleitor pôde votar em dois candidatos diferentes.
Quando o mesmo número foi escolhido nas duas etapas, o segundo voto foi anulado.
Mandatos começam em 2027
Os 54 eleitos assumem em fevereiro de 2027 e terão mandato até o início de 2035. A primeira ou a segunda colocação nas urnas não altera o tempo de permanência no cargo nem as atribuições parlamentares.
Eles se somarão aos 27 senadores eleitos em 2022, cujos mandatos terminam no início de 2031.
A renovação do Senado ocorre a cada quatro anos, alternadamente, com a eleição de um terço ou de dois terços de seus integrantes.
Cada Estado e o Distrito Federal têm três representantes na Casa, independentemente do tamanho de sua população.