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Auxílio emergencial poderá ser renovado se mortes não caírem, diz Guedes

27/5/2021
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Cemitério em Manaus, uma das cidades com mais mortes no país por covid-19. Foto: Alex Pazuello/Prefeitura de Manaus
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira (27) que, se as mortes por covid-19 continuarem em alta e a vacina contra o novo coronavírus não alcançar grande parte da população, o governo federal terá de renovar os pagamentos do auxílio emergencial. A segunda leva do benefício começou a ser paga em abril e a quarta e última parcela deve ser paga até o fim de agosto. “O auxílio é uma arma que nós temos que pode sim ser renovada. Se as mortes continuarem elevadas e a vacina, por alguma razão, não estiver chegando, nós vamos ter que renovar”, afirmou. O conteúdo deste texto foi publicado antes no Congresso em Foco Insider, serviço exclusivo de informações sobre política e economia do Congresso em Foco. Para assinar, entre em contato com comercial@congressoemfoco.com.br. O Brasil já registrou mais de 454 mil vidas perdidas para a covid-19, sendo 2.398 só nas últimas 24 horas, de acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Saúde ontem à noite. A imunização contra a doença começou há cinco meses e apenas cerca de 10% da população já receberam as duas doses da vacina. >> Primeira oferta de vacinas ao governo foi em 30 de julho, diz Dimas Covas
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