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A vereadora Benny Briolly, do Psol de Niterói (RJ), precisou sair do país por conta das ameaças sofridas. [fotografo]Ian Cheibub/Benny Briolly via Instagram[/fotografo]
Mais votada em Niterói (RJ) nas eleições de 2020, a vereadora Benny Briolly (Psol) afirmou ter saído do país por sofrer ameaças à sua integridade física. O exílio se deu por decisão do partido, após seguidas ameaças à vereadora não terem sido respondidas adequadamente por autoridades responsáveis, segundo afirma o gabinete da parlamentar.
No final de março, a parlamentar acusou o vereador Douglas Gomes (PTC-RJ), de agressão e transfobia. Segundo Benny disse à época, as ameaças ocorreram dentro da Câmara Municipal, e Douglas – que se identifica como "Cristão, Patriota e Conservador" em seu Twitter – precisou ser contido para não agredir a vereadora. As ameaças, no entanto, vêm desde antes de sua posse. "Em dezembro de 2020, antes de ser empossada, Benny esteve no parlamento para acompanhar uma sessão. Na ocasião, um grupo de bolsonaristas liderados pelo também eleito Douglas Gomes se reuniam na frente da Câmara", escreveu a parlamentar em seu Twitter. "De lá para cá, são incontáveis as agressões que sofre nas ruas e nas redes". A equipe de Benny – que ficou no Brasil – citou e-mails com ameaças, e comentários em redes sociais. > Coalizão Negra por Direitos promove manifestação neste 13 de maioCOMUNICADO URGENTE | A vereadora Benny Briolly precisou sair temporariamente do país por conta de ameaças a sua integridade física. Não é de hoje que parlamentares negras, travestis, mulheres, LGBTQIA + e defensoras dos direitos humanos sofrem com a violência política 👇🏿 pic.twitter.com/O7w0iTSgAY
— Benny Briolly (@BennyBriolly) May 13, 2021