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Mourão reconhece vitória de Biden: "Irreversível"

13/11/2020
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Presidente Jair Bolsonaro e vice-presidente Hamilton Mourão [fotografo] Marcos Corrêa/PR [/fotografo]
O vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, reconheceu nesta sexta-feira (13) a vitória do democrata Joe Biden sobre o republicano Donald Trump na eleição para presidente dos Estados Unidos. “Como indivíduo, eu reconheço, mas temos que olhar que eu não respondo pelo governo. Como indivíduo, eu julgo que a vitória do Joe Biden está cada vez mais sendo irreversível”, declarou durante entrevista à Rádio Gaúcha. De acordo com o general, o Brasil vai em breve reconhecer o resultado. O presidente Jair Bolsonaro é um dos poucos chefes de Estado que ainda não reconheceram a vitória de Biden contra o atual presidente Donald Trump. Em discurso feito na  terça-feira (10) no Palácio do Planalto,  Bolsonaro defendeu que o país tenha pólvora para fazer frente a ameaças internacionais em torno da Amazônia. Ele não citou explicitamente a quem fazia referência, mas deixou implícito se tratar de Joe Biden. Aliados de Trump, Netanyahu e Orbán acenam a Biden e isolam Bolsonaro “O Brasil é um país riquíssimo. Assistimos há pouco um grande candidato à chefia de Estado dizer que se eu não apagar o fogo da Amazônia levanta barreiras comerciais contra o Brasil. E como é que nós podemos fazer frente a tudo isso? Apenas a diplomacia não dá, né, Ernesto?”, disse ao chanceler brasileiro, Ernesto Araújo. “Porque quando acabar a saliva, tem que ter pólvora, se não, não funciona. Precisa nem usar a pólvora, mas precisa saber que tem”, continuou. No fim de setembro, em debate com Trump, Biden ameaçou o Brasil com sanções econômicas caso o país não contenha o desmatamento e as queimadas em suas florestas. O adversário de Trump propôs um aporte de US$ 20 bilhões para ajudar o Brasil na conservação do meio ambiente. “Parem de destruir a floresta. E, se vocês não pararem, irão enfrentar consequências econômicas significativas”, citou como contrapartida. > Ex-chanceleres defendem que Bolsonaro mude política externa por Biden > Congressistas e analistas avaliam que fala de Biden ecoa críticas de países europeus  
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