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Imagem meramente ilustrativa [fotografo] Robert Anasch / Unsplash [/fotografo]
O presidente Jair Bolsonaro tem pedido para que seus seguidores fiquem em casa no próximo domingo (7), dia em que vai acontecer manifestações do grupo chamado Antifas, abreviação do termo "antifascistas", que está reivindicando a luta contra o racismo, fascismo e a defesa da democracia e de torcidas organizadas. Porém, o grupo bolsonarista 300 do Brasil e professores de artes marciais, prometem ir às ruas. Os 300 prometem fazer um "treinamento intensivo de técnicas de revolução não violenta" e os lutadores pretendem fazer um ato em defesa da bandeira nacional.
Desde o último domingo (31), em que houve atos contrários ao governo Bolsonaro, o presidente vem desqualificando os manifestantes. "Os marginais estão convocando as pessoas para irem para as ruas no domingo", disse o presidente em live nesta quinta-feira (4). "Se você colocar 100 dessas pessoas aí e aplicar uma prova, não tira cinco. São uns idiotas", disse o chefe do Executivo que também afirmou que maioria dos antifascistas são drogados.
Professores e mestres de defesa pessoal, jiu-jítsu, capoeira e krav magá do Distrito Federal, convocaram todas as academias para se unirem em defesa da bandeira nacional na Catedral de Brasília, às 9h.
O local fica à 600 metros do Museu Nacional, local onde os manifestantes contrários ao governo de Jair Bolsonaro vão se encontrar no mesmo horário. Como o Congresso em Foco mostrou, torcidas organizadas e Antifas também devem participar dos atos contrários ao governo federal no mesmo local.
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