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Presidente do Conselho de Ética da Câmara, Paulo Azi (União-BA) julgou improcedente a ação do Psol contra o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Foto: Elaine Menke/Câmara dos Deputados
O presidente da Comissão de Ética da Câmara, deputado Paulo Azi (União-BA), está em meio a um quebra-cabeças para definir os relatores dos processos contra parlamentares por quebra de decoro. Além da ação contra filho do presidente Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), cujo possível relator teria antecipado o voto, ocorrendo em suspeição conforme reclamou a oposição na Casa, ao menos outros quatro parlamentares pediram a Azi a retirada de seus nomes das listas tríplices.
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“Alguns parlamentares estão formalizando pedidos de desistência de indicação, então amanhã (quarta, 10) teremos reunião para sortear os membros que vão substituir aqueles que externaram esse desejo de não participar”, adiantou Azi. Ele não entrou no mérito dos pedidos “nem eles justificaram, nem eu perguntei”, disse.
Ao todo, 17 representações aguardam relatoria, envolvendo ações contra 12 parlamentares, entre eles Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Carlos Jordy (PL-RJ), Carla Zambelli (PL-SP), Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Talíria Petrone (PSOL-RJ), Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Heitor Freire (União-CE), Bia Kicis (PL-DF) e Kim Kataguiri (União-SP).