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"Moro é o mais competitivo e talvez o único com disposição de concorrer", diz vice-líder do União

Júnior Bozzella (União-SP) avaliou que o nome de Sergio Moro ainda é o mais viável para a construção da terceira via.

10/4/2022
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Júnior Bozzella (União-SP) avaliou que o nome de Sergio Moro ainda é o mais viável para a construção da terceira via. Reprodução: Instagram
Após abrir mão de sua pré-candidatura à presidência da República para se filiar ao União Brasil, o ex-juiz Sergio Moro insiste em afirmar que mantém seu nome disponível para o novo partido. Ao Congresso em Foco, o vice-líder do União, deputado Júnior Bozzella (União-SP) avaliou que o nome de dele ainda é o mais viável para a construção da terceira via. “Ele [Sergio Moro] é o mais competitivo e talvez o único com essa disposição de concorrer. (...) Não dá pra cravar o que vai ser. Nas discussões macro nacional, ele é fator determinante. Independente de ser candidato ou não ele vai ter que cumprir um um papel e a favor do país junto com o União Brasil”, disse. Moro filiou-se ao União em 31 de março, após passar por um breve período no Podemos. Na ocasião, ele afirmou que estava abrindo mão da sua pré-candidatura “no momento”. O ex-juiz enfrenta resistência em uma ala do partido, principalmente entre os filiados do antigo DEM.  Na última sexta-feira (8), em entrevista ao Atlantic Council, centro de pesquisas baseado em Washington, Moro disse que "segue disponível" para ser o candidato à Presidência, o que, segundo ele, depende do presidente do partido, Luciano Bivar. "Eu disse desde o começo que nunca desistiria da eleição presidencial. Isso [mudança de partido] foi apenas dar um passo atrás, que eu senti ser necessário para ter a possibilidade de vencer", disse, afirmando ainda que precisa "de um partido mais forte para vencer a polarização". Atualmente, o União Brasil junto com o MDB, PSDB e tentam construir  “tratativas para apresentar um candidato(a) à Presidência da República como alternativa no campo democrático”. A expectativa é de que o nome seja anunciado em 18 de maio. Desde o ano passado, partidos de centro negociam um nome comum para alinhar um único projeto eleitoral. Espera-se a construção de uma candidatura única que possa fazer frente à polarização entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL). Ambos saem na frente nas pesquisas eleitorais para o Palácio do Planalto. A chapa deve ser formada a partir da aliança dos nomes disponíveis para a corrida presidencial deste ano: Sergio Moro (União), Simone Tebet (MDB), João Doria (PSDB) e Eduardo Leite (PSDB).
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