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Deputado vai ao Supremo contra o MPDFT para manter a vacinação nas escolas

Israel Batista protocolou uma ação no STF para suspender a decisão do MPDFT de não usar escolas para promover a vacinação infantil.

23/2/2022
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Na Câmara dos Deputados, parlamentares se pronunciaram sobre as ameaças sofridas por jornalistas do Congresso em Foco. Foto: Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
O deputado Israel Batista (PV-DF) protocolou uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a decisão do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) de não usar escolas para promover a campanha de vacinação infantil. Antes, o Ministério Público havia encaminhado um documento à Secretaria de Educação do Distrito Federal afirmando que as instituições não devem ser usadas para imunização do público. As promotoras, Kátia Gisele Martins Vergara e Márcia Pereira da Rocha, que integram a Promotoria de Justiça de Defesa da Educação e assinaram o documento, alegaram que o MP defende "a decisão livre e esclarecida dos respectivos pais e responsáveis quanto à vacinação experimental das crianças e adolescentes". De acordo com o presidente da Frente Parlamentar Mista da Educação, professor Israel, a garantia da vacinação das crianças é prevista no Estatuto das Crianças e Adolescentes, que assegura os direitos fundamentais. “O Governo do Distrito Federal jamais poderia ter suspendido a vacinação nas escolas, tendo em vista uma recomendação inadequada por parte do MPDFT. Os cenários que a gente tem hoje é de esgotamento dos sistemas de saúde em todo o DF, o que mostra que a pandemia continua implacável em relação aos grupos não vacinados, e que a suspensão da vacinação nas escolas pode ser um catalisador de mortes e de doenças causadas pelo vírus”, afirmou. Na ação, o parlamentar pede a cassação de toda recomendação emanada do MPDFT no sentido de suspender a vacinação nos ambientes escolares e que o órgão se abstenha de "divulgar noti´cias falsas em relac¸a~o a` vacinac¸a~o infantil reconhecendo, conforme determinou a Anvisa, a licitude, a legalidade e a adequac¸a~o da vacinac¸a~o infantil como poli´tica de sau´de pu´blica, e na~o de "vacinac¸a~o experimental". A imunização infantil contra o coronavírus foi autorizada pela Anvisa em 16 de dezembro.
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