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Bolsonaro defende novo imposto sobre transações financeiras

18/7/2020
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Presidente Jair Bolsonaro [fotografo] (Brasília - DF, 04/07/2020) Comemoração ao 244º Aniversário da Independência dos Estados Unidos da América. [fotografo] Isac Nóbrega/PR [/fotografo]
O presidente Jair Bolsonaro defendeu neste sábado (18) a proposta do ministro da Economia, Paulo Guedes, de criar um novo imposto sobre transações financeiras e disse que ela não é igual a extinta CPMF. "A proposta de Guedes visa desonerar a folha de pagamento", disse o presidente a apoiadores na entrada do Palácio da Alvorada. A ideia não tem consenso no Congresso e em um primeiro momento o governo concentra as discussões sobre a unificação de impostos sobre consumo. O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que vai entregar pessoalmente ao Congresso na próxima semana as primeiras sugestões do governo sobre a reforma tributária. Ainda não está definida a alíquota do tributo porque o governo trabalha com o cenário de uma desoneração na folha de pagamento, ou seja, retirada de impostos cobrados sobre os empresários no pagamento de funcionários para bancar benefícios sociais, tanto parcial quanto total. O defendido inicialmente é que o tributo fique entre 0,2% e 0,4%. > Governo faz estudos para propor nova CPMF Bolsonaro está em isolamento social no Alvorada porque foi confirmado com coronavírus na semana passada. Na conversa com apoiadores ele minimizou a doença, que matou mais 70 mil pessoas no Brasil, e disse que deve voltar em breve a despachar no Palácio do Planalto. "Miséria e depressão matam mais que coronavírus", disse o presidente. Ele estava acompanhado da deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), que defendeu a agenda da equipe  econômica do governo federal."Vamos apoiar as reformas e colocar o país nos trilhos de novo". A convesa com apoiadores foi transmitida do perfil de Bolsonaro no Facebook:
Publicado por Jair Messias Bolsonaro em Sábado, 18 de julho de 2020
  > Guedes diz que Maia interditou debate sobre nova CPMF >Maia articula para que reforma tributária seja votada até agosto        
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