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Fundo eleitoral de R$ 3,8 bilhões: veja como cada deputado votou

7/12/2019
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Relator do orçamento, Domingos Neto diz que não haverá perdas para saúde, educação e infraestrutura e que recurso virá de lucro não estimado pelo governo com estatais[fotografo]Luis Macedo/Ag. Câmara[/fotografo]
O novo valor do fundo eleitoral, destinado a cobrir gastos de candidaturas nas eleições de 2020, ainda precisa ser aprovado em relatório final da Comissão Mista de Orçamento e confirmado no plenário do Congresso. Mas a decisão de 23 deputados, de aprovar a elevação do fundo de R$ 2 bilhões, como proposto pelo governo, para R$ 3,8 bilhões, tem causado polêmica. Apenas cinco votaram contrariamente (saiba como cada deputado votou mais abaixo). O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, alega R$ 500 milhões serão remanejados da saúde para financiar campanhas eleitorais. Também se fala no Congresso na retirada de dinheiro da educação e da infraestrutura. O relator, Domingos Neto (PSD-CE), nega. Segundo ele, o recurso virá de lucros de estatais com os quais o governo não estava contando. Domingos diz que área nenhuma vai ser prejudicada. A votação final da Lei Orçamentária de 2020 deve ocorrer entre os próximos dias 17 e 18 no plenário. Veja como cada deputado votou: A favor do aumento do fundo: Beto Faro (PT-PA) Bohn Gass (PT-RS) Cacá Leão (PP-BA) Carlos Gaguim (DEM-TO) Dagoberto Nogueira (PDT-MS) Domingos Neto (PSD-CE) Flaviano Melo (MDB-AC) Gonzaga Patriota (PSB-PE) Hiran Gonçalves  (PP-RR) João Roma (Republicanos-BA) José Nunes (PSD-BA) Juscelino Filho (DEM-MA) Marcelo Nilo (PSB-BA) Márcio Marinho (Republicanos-BA) Marreca Filho (Patriota-MA) Marx Beltrão (PSD-AL) Misael Varela (PSD-MG) Nivaldo Albuquerque (PTB-AL) Orlando Silva (PCdoB-SP) Paulo Azi (DEM-BA) Rodrigo de Castro (PSDB-MG) Vicentinho Junior (PL-TO) Zeca Dirceu (PT-PR)   Contrários ao aumento: Dra. Soraya Manato (PSL-ES) Edmilson Rodrigues (Psol-PA) Felipe Francischini (PSL-PR) Filipe Barros (PSL-PR) Lucas Gonzalez (Novo-MG) Filho vota contra veto de Bolsonaro A medida tem o apoio declarado de 13 partidos (PT, PSDB, MDB, PSL, PSD, Solidariedade, DEM, Republicanos, PSB, PDT, PTB, PP e PL). Outros apoiam a iniciativa, mas preferem se manter em silêncio. O primeiro ato para a elevação  do fundo foi a derrubada, há cerca de dez dias, de um veto do presidente Jair Bolsonaro que restringia o valor dos recursos. O senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), filho do presidente, votou para derrubar o veto do pai. Criticado nas redes sociais, ele publicou, então, um vídeo para se explicar. Flávio disse que se confundiu na hora de preencher a cédula de votação e garantiu que, apesar disso, é contra o aumento do fundão. No fim, comprometeu-se a não usar esse recurso nas suas próximas campanhas. > Veja como cada parlamentar votou a medida que permite aumento do fundo eleitoral Veja o vídeo:  
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