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Deputado do PT chama Barroso de "fascistinha enrustido"

31/8/2018
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Wadih Damous tenta a reeleição como deputado federal pelo PT do Rio de Janeiro[fotografo]Valter Campanato/Agência Brasil[/fotografo]
O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) criticou o voto do ministro Luís Roberto Barroso no julgamento da candidatura de Lula no TSE. Barroso é o relator do registro da candidatura do ex-presidente na corte eleitoral. Damous chamou o ministro de “fascistinha enrustido” em mensagem publicada no Twitter. “Barroso mostra o que sempre foi: um frouxo de nariz empinado.” O ministro votou pela rejeição da candidatura de Lula com base na Lei da Ficha Limpa. Segundo Barroso, não há como um indivíduo condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, como o petista, disputar a eleição. “A Lei da Ficha Limpa não foi um golpe nem uma decisão de gabinete. Ela foi fruto de grande mobilização popular em torno do aumento da moralidade e da probidade na política. Foi o início de um processo profundo e emocionante na sociedade de demanda por patriotismo”, disse. O ministro, em seu voto, estabeleceu o prazo de dez dias para que a chapa indique um substituto como candidato a presidente. Até lá, o partido ficará fora do horário eleitoral. No Twitter, Damous atacou o voto do relator: “Um voto destituído de fundamentação jurídica válida é revestido de cinismo. Atendeu a pedidos de um ator pornô e de um pivete fascista”, disse, fazendo alusão aos pedidos de impugnação feitos pelo ator Alexandre Frota, candidato a deputado federal pelo PSL, que já atuou em filmes pornográficos, e por um dos líderes do Movimento Brasil Livre (MBL) e candidato a deputado federal pelo DEM, Kim Kataguiri, 22 anos de idade, adversário político que esteve à frente dos protestos que pediram o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Kataguiri respondeu em seu Twitter: “Pelo menos o pivete não está na cadeia, tem ficha limpa e está em pleno gozo de seus direitos políticos”. Frota também se manifestou no Twitter. “Calma, deputado, é só o começo”, disse. O Congresso em Foco procurou a assessoria do ministro Luís Roberto Barroso, mas não conseguiu contato até o fechamento desta reportagem.
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