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>> Câmara aprova projeto que facilita adoção de crianças e adolescentesA deputada Maria do Rosário (PT-RS) defendeu a redução dos prazos para adoção. “O veto mantém em seis meses o prazo para avaliação de crianças em abrigos, quando nós diminuímos pela metade. Um prazo razoável para que um juiz diga o que vai acontecer com aquela criança. Queremos entregar à sociedade uma legislação protetiva dos direitos das crianças”, disse. A lei sancionada em novembro por Temer altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Prevê, entre outras mudanças, preferência na fila de adoção para interessados em adotar grupos de irmãos ou crianças. Também garante prioridade a quem quiser adotar adolescentes com deficiência, doença crônica ou necessidades específicas de saúde. O texto também estende à pessoa que adotar uma criança as mesmas garantias trabalhistas dos pais sanguíneos, como licença-maternidade, estabilidade provisória após a adoção e direito de amamentação. Reduz ainda pela metade, de seis para três meses, o período máximo em que a Justiça deve reavaliar a situação da criança que estiver em abrigo, orfanato ou em acolhimento familiar. Com informações da Agência Câmara