Notícias

Zambelli pode sair do PSL e Eduardo não ter assinaturas para ser líder

16/10/2019
Publicidade
Expandir publicidade

Jair Bolsonaro ainda possui deputados leais no PSL, que não aceitam terceira via, como Carla Zambelli. Foto: Reprodução
O grupo de deputados do PSL aliados do presidente da legenda, Luciano Bivar (PE), vai expulsar a deputada federal Carla Zambelli (SP) e outros deputados do partido para invalidar as assinaturas que destituíram delegado Waldir (GO) da liderança do partido e colocaram Eduardo Bolsonaro (SP) no lugar. "Se essa expulsão se confirmar, será uma tremenda injustiça, para não dizer outra coisa", afirma a deputada. Desta forma, delegado Waldir continuará como líder do PSL. A expulsão de deputados aliados de Bolsonaro foi mencionada  no início da semana pelo deputado Júnior Bozella (PSL-SP), um dos porta-vozes de Luciano Bivar. Mais cedo o grupo de deputados aliados ao presidente Jair Bolsonaro coletou 27 assinaturas, o número mínimo necessário para trocar o líder. A informação foi mencionada pelo Congresso em Foco, que ouviu um deputado do grupo bolsonarista. Para ele, apenas Eduardo como líder pode pacificar a crise vivida pela sigla. Em nova reviravolta, Eduardo Bolsonaro perdeu a liderança do PSL. Em apenas alguns minutos após o anúncio público de que a ala mais bolsonarista do partido havia protocolado 27 assinaturas para retirar a liderança do Delegado Waldir, a ala fiel ao Luciano Bivar apresentou outro documento, com 32 assinaturas contrárias a liderança de Eduardo Bolsonaro. Porém, minutos após essa manobra, a ala bolsonarista composta por Carla Zambelli, Major Vitor Hugo e Bia Kicis, apresentaram um novo documento, com mais 27 assinaturas, para manter Eduardo Bolsonaro na liderança. Segundo estes parlamentares, esta última é a que vale. Falta a confirmação das assinaturas deste último documento. O departamento de protocolo da Câmara dos Deputados está fechado e não há informação oficial sobre quem é líder do partido.
A crise na sigla foi destacada pelo Congresso em Foco em setembro, quando deputados revelaram ao site que a situação dentro do partido era de racha e possível debandada.
O clima piorou no dia 8 de outubro, quando Bolsonaro disse para um seguidor esquecer da sigla. Desde então, troca de farpas estão acontecendo dos dois lados. Bolsonaro e seus aliados têm sido mais ferrenhos; do outro, o presidente do partido, Luciano Bivar, e deputados que não fazem parte da ala mais bolsonarista. > Bivar baixa o tom e diz, em entrevista exclusiva, querer manter Bolsonaro no PSL > PSL se livrará de xiitas e folclóricos, diz aliado de Bivar [caption id="attachment_401068" align="alignleft" width="640"] Catarse[/caption]
Veja mais no portal
cadastre-se, comente, saiba mais

Notícias Mais Lidas

Artigos Mais Lidos