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<< O racismo disfarçado de intolerância religiosaUm exemplo: mesmo quem não tinha muito dinheiro - os chamados “escravos de ganho” - viviam em relativa liberdade e, em troca, pagavam uma taxa diária ou semanal ao seu “senhor”. Muitos “escravos de ganho” juntaram o suficiente para comprar a carta de Alforria. Mas, ao mesmo tempo, ficaram sem recursos para começar a nova vida. Da mesma forma, eram as “escravas de ganho” que, em geral, vendiam quitutes pelas ruas da cidade, uma tradição que se mantém até os dias de hoje. [caption id="attachment_315993" align="aligncenter" width="590" caption="Dados: Ministério do Trabalho e Previdência Social e Atlas da Violência 2017"]
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